Arquivo mensal: junho 2016

Café Colonial em Santo Amaro da Imperatriz

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Há tempos, viajantes e turistas, ao chagarem tarde da noite em cidades pouco movimentadas, eram recebidos por colonos que lhes ofereciam algo de comer e um leito para pernoitar. Naquela época não haviam hotéis ou restaurantes…

Já era um hábito dos colonos, agricultores moradores dessas localidades, desfrutar o café matinal, reforçado, representado pela mesa farta do colono, pois essa refeição lhe proporcionaria a energia necessária para o trabalho ao longo do dia.Com o passar dos anos – quando já haviam restaurantes – além do café matinal, recheado do melhor da culinária germânica, também era oferecido o almoço. O café matinal passou a ser chamado de ‘café com mistura’ e  depois tornou-se conhecido em todo o Brasil como ‘café colonial’.

E o que tem de tão gostoso no café colonial? 🙂

Muita coisa! Este café de mesa farta, pode ser servido em qualquer momento do dia, com o charme das xícaras e bules e grande variedade de pães de trigo e milho, roscas de polvilho, cucas, queijo, linguiça, morcilha, queijos, nata, requeijão, mel, salsicha bock, rocambole, rabanete e pepino (conservas), apfelstrudel (torta de maçã), schmier (geléias de frutas), wafles, vinho, chocolate quente, café, chás… Tudo de produção própria!

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Café Colonial – mesa farta, delícias alemãs e influências brasileiras

Em Santa Catarina, encontramos o café colonial em cidades da serra e do litoral. Nós visitamos um café colonial servido e um hotel bastante tradicional de Santo Amaro da Imperatriz, o Hotel Caldas da Imperatriz, localizado em uma construção do século XIX, onde há também uma sala de banhos termais.

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Santo Amaro da Imperatriz, cidade distante 25 Km do centro de Florianópolis

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Hotel Caldas da Imperatriz, construção do século XIX

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Buffet do Café Colonial, variedade de tortas e bolos

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Close no bolo de banana caramelada

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As crianças adoram se servir a vontade

E você, já experimentou desfrutar um momento como este?

O café colonial é uma tradição da cultura alemã, mas nós brasileiros adoramos. Não tem dia nem horário, independente do clima e da estação, é sempre uma boa ideia. E quanto mais delícias, melhor!!

Além disso, é um ótimo programa para fazer com a família e amigos!! Encontramos alguns por lá… 🙂

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Amigos, adoramos a companhia!

Já estivemos em Santo Amaro da Imperatriz em outra ocasião, no verão… quando visitamos uma cachoeira!

E neste vídeo um pouco da estrada para Santo Amaro da Imperatriz… pé na estrada!

😉

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Enoturismo nos Vales da Uva Goethe

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Você sabia que em Santa Catarina temos uma região de fortes tradições italianas? Os Vales da Uva Goethe é um roteiro enoturístico, que compreende as cidades de Urussanga, Pedras Grandes, Morro da Fumaça, Içara e Nova Veneza.

A região foi ocupada por imigrantes italianos no século XIX, que encontraram ali as condições ideais para o cultivo da uva Goethe. Desde então, passaram a cultivar uvas para a produção vinhos e  também suas tradições, configurando as manifestações étnicas que temos hoje.

Mapa

Região dos Vales da Uva Goethe

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Parreirais de uva Goethe

Urussanga foi sede da primeira colônia italiana do litoral sul catarinense, e onde foram plantados os primeiros parreirais que deram origem as atividades de vitivinicultura, ou cultivo de uvas e fabricação de vinho para fins comerciais.

A cidade está localizada a cerca de 200 Km da capital, Florianópolis, compondo os Vales numa mescla de clima rural, eventos culturais –  como a tradicional Festa do Vinho, realizada sempre nos anos pares, no mês de agosto -, águas termais, e a proximidade com as Serra do Rio do Rastro e Serra do Corvo Branco.
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Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição – Urussanga, SC

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Uva Goethe

Na região dos Vales da Uva Goethe, você pode desfrutar de passeios à vinícolas, cenário típico de colonização italiana, com arquitetura em casas de pedra centenárias… Veja algumas atrações por cidade:

URUSSANGA

• Vista Panorâmica da Antiga Vinícola Caruso Mac Donald, 1913 e da Antiga Vinícola Irmãos Cadorin, 1918

• Visita aos parreirais e vinícolas: Vitivinícola Urussanga, Vinícola Trevisol, Vinícola Mazon, Vinicola De Nonni

• Parque Municipal Ado Cassetari Vieira – Festa do Vinho nos anos pares em agosto

• Estação Ferroviária: sede da ProGoethe e Central de Informações Turísticas

• Praça Anita Garibaldi, Igreja Matriz Nossa Sra. da Conceição (arte sacra e réplica da Pietá, vinda da Itália), Praça Longarone

• Comunidades históricas de Rio Maior e Rio Caeté: patrimônio histórico e processos produtivos artesanais

• Sorveterias Italianas e Pub’s

• Sitio de Equitação

PEDRAS GRANDES

• Parreiral da uva Goethe da família Darcy Quarezemin: maior parreiral de uvas Goethe da região.

• Vista panorâmica da Serra Geral – paisagem com parreirais e vista panorâmica.

MORRO DA FUMAÇA

• Produção de Uva Orgânica

• Vinhos coloniais família Soratto

IÇARA

• Vinhos Quarezemin – Vinícola Industrial em construção em pedra com adega, degustação dos vinhos e eventos gastronômicos programados.

NOVA VENEZA (Colônia Nova Veneza)

• Praça central com Gondola vinda da Itália, Museu, Gastronomia típica

• Barragem do Rio São Bento e contrafortes da Serra Geral rumo a Siderópolis e Treviso.

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Vinho de uva branca Goethe – tim tim!

 Fontes (imagens e informações): Epagri, FAPESC, Vales da Uva Goethe 

câmera, ação e pé na estrada!

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A vida é feita de momentos! Estar presente em cada um deles é o desafio…

Quando viajamos sempre pensamos na experiência que teremos lá, no destino. Mas a viagem começa bem antes, com os preparativos e durante o percurso.

Cada vez mais apreciamos cada uma dessas etapas, desses momentos. E porque não registrá-los!?

Eis o caminho entre Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz, em Santa Catarina…

Clique para assistir ao vídeo: Pé na estrada!!

🙂

 

 

Beto Carrero: “Eu só saio daqui quando o parque fechar!”

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Viajantes são sempre assim, quando não estão na estrada, vivem pensando no próximo destino ou lembrando e vendo fotos de viagens passadas. Nós e as crianças estávamos olhando no computador a pasta de fotos das férias de final de ano e vimos recordações muito bacanas de um dia no Parque do Beto Carrero.

Já fomos ao parque duas vezes e acredito que uma terceira será inevitável. As crianças sempre pedem! A primeira vez foi em dezembro de 2014, ficamos hospedados num hotel bem próximo, em Penha. Lembro que no segundo dia comentei: “Brincamos pela manhã, almoçamos e retornamos para Florianópolis.” E a resposta das meninas: “Eu só saio daqui quando o parque fechar!” Rsrs

Na segunda visita fizemos um bate e volta. Chegamos pelas 10h e novamente fechamos o parque. É diversão garantida!

O Beto Carrero World está localizado no município de Penha, cidade do litoral norte de Santa Catarina com cerca de 20 mil habitantes. A instalação do parque promoveu o incremento da rede hoteleira e o aumento do número de restaurantes da cidade, que chega a receber 100 mil turistas durante a alta temporada.

De Florianópolis, onde fica o aeroporto, são cerca de 120 Km. A partir daí, a forma mais prática é alugar um carro e dirigir pela BR 101 até a saída 106, acesso à SC 414, percorrendo mais 8 Km até o parque. Outra opção é utilizar o aeroporto de Navegantes, distante apenas 11 Km do parque.

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Chegando no Beto Carrero World!!! 🙂

Fomos de carro as duas vezes e deixamos o carro no estacionamento do Beto Carrero, pagando pela diária R$30,00/carro. Os valores dos ingressos variam de acordo com a faixa etária e compramos antecipadamente neste site. É possível comprar na hora, mas preferimos ganhar tempo, pois as crianças já chegam ansiosas.

A abertura da bilheteria ocorre 30 minutos antes da abertura dos portões, às 9h. Às 18h o parque fecha e já começam os avisos de que às 19h as atividades se encerram completamente.

Alguns serviços e atrações são pagas à parte: alimentação, estacionamento e guarda-volumes, o almoço/espetáculo Excalibur, o “Portal da Escuridão”, a pista de kart, o passeio no “Super Carros” e o voo panorâmico de helicóptero.

Logo que entramos, pegamos nossos mapas de bolso e a primeira coisa que fizemos foi reservar o espetáculo Excalibur (com almoço incluído), uma competição entre cavaleiros medievais, com limite de espectadores, pois assim que entramos na arena, escolhemos a cor da nossa bandeira para torcermos pelo cavaleiro correspondente enquanto almoçamos! Divertido e emocionante!

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Excalibur – imagem site Beto Carrero World

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Excalibur – competição entre cavaleiros (imagem da internet)

Há outras opções para almoço no parque, como a praça de alimentação e o restaurante do Velozes e Furiozos, e também uma churrascaria com buffet livre, lanchonetes e sorveterias.

Há brinquedos para todas as idades, mas sempre devemos estar atentos às orientações de altura mínima em algumas atrações. Na Tigor Mountain, a Natália (aos 5 anos) não pôde ir porque ainda não tinha altura minima de 1,20m. Mas quando completou seis anos já pôde, e foi toda feliz!

A brincadeira é garantida também para os adultos, com montanhas russas e a temida Big Tower… só de lembrar, deu um frio na barriga! Mas a maior parte do tempo, dedicamos às pequenas que, além dos brinquedos, adoram subir nas estátuas e abraçar personagens que passeiam pelo parque.

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Montanha russa Fire Whip (imagem site Beto Carrero World)

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Madagascar Crazy River – pra quem gosta de se molhar!

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Natália e o Alex (do filme Madagascar)

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Marina e o pirata – tem uma passagem secreta na barba dele!

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Na ponte para a Ilha dos Piratas

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Frio na barriga no Barco Pirata

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Diversão no Acqua Bolha

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Nos cenários do Velho Oeste… irraaa!

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Um passeio pelo Velho Oeste

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Cowboys do Beto Carrero

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Mas será o Faísca? (cavalo/amigo fiel de Beto Carrero)

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Super botas de cowboy

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Com o Kung Fu Panda

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Emoção no Raskapuska – adoraram!

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Museu do Beto Carrero

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Voando na Triplikland Marisol – faz parte (rs)

Sala dos espelhos – muitas risadas!!!

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Foto clássica no carrossel veneziano 🙂

Quantas lembranças legais!! E tem muito mais… fomos no show Velozes e Furiosos, na roda gigante, as meninas adoraram a Splash Mountain e o espetáculo Blum e passeamos na Ferrovia DinoMagic que foi muito legal! E recomendamos assistir ao espetáculo O Sonho do Cowboy!!! Mas vamos deixar as imagens para outro post…:)

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Mapa do parque Beto Carrero World

Soubemos de mais uma novidade: no início de 2016, o parque lançou um aplicativo oficial para celulares Android e IOS, disponível AQUI. Nele você pode visualizar o mapa e as atrações do Beto Carrero World pelo seu celular. Super prático!

Tainha na rede!

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Em Santa Catarina, a tainha é uma iguaria, todo “manezinho da ilha”,  ou quase todo, adora este peixe que já virou até nome de festa! Isso porque a tainha é um peixe de personalidade: de sabor forte e carne branca acinzentada.

Todos os anos ocorre em Santa Catarina, e no Brasil, o período de defeso, que é basicamente a paralisação da temporada da pesca para a preservação das espécies. Em geral, limita-se a um período fixo anual, que pode ir de março a agosto, visando proteger a época de reprodução e a fase em que os peixes jovens atingem certo tamanho e maturidade reprodutiva.

Mas antes de agosto, em meados de maio, a pesca de rede é liberada no litoral catarinense. Antes mesmo de ser liberada para pesqueiros industriais.

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CAPTURA DA TAINHA

A captura da tainha é um evento esperado e faz parte de uma prática tradicional dos pescadores artesanais, o “arrastão de praia”. Na Barra da Lagoa, maior colônia de pescadores em Florianópolis, anos atrás tive a oportunidade de presenciar este acontecimento que já virou um ritual. Além dos pescadores, moradores e turistas fazem um mutirão para ajudar a retirar a rede do mar.

A pesca é uma arte! E como toda arte, a pesca da tainha tem suas particularidades. Dizem os pescadores que é uma pesca de ventos. O cardume sobe o litoral com o vento sul. Já o vento nordeste faz com que o cardume encoste nas praias, quando começa a ação.

Acontece assim: os pescadores, antes do amanhecer já estão com seus barcos preparados, atentos aos sinais vindos do mar, da natureza. Alguns deles, pescadores experientes, ficam posicionados em pontos altos, nos costões. Sua missão é avistar o cardume e avisar os outros pescadores que estão na praia.

Imagine avistar um cardume de peixes no mar! Há de se ter o olhar realmente treinado para conseguir identificar a mancha avermelhada ao longe e sinalizar a hora do cerco, orientando seus colegas o momento certo de partir para a captura!

Dado o sinal, os pescadores na praia empurram os barcos para dentro d’água, ligeiro, e posicionam a longa rede no mar. Então, pouco tempo depois, a praia já está cheia de gente querendo ajudar, esperando o momento do arrastão da rede.

E todos fazem força, puxam, um espetáculo! Grande quantidade de peixes na areia da praia! Lindo de ver…

Após a retirada da rede do mar, os peixes são contados e distribuídos entre os pescadores. Uma parte é separada para aqueles que ajudaram no mutirão. A partir daí, peixe fresco nas peixarias, restaurantes, várias maneiras de preparar o fruto. Obrigada mãe natureza!

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“Arrastão de praia” (imagem da internet)

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Mutirão para retirada da rede do mar (imagem da internet)

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Tainha na rede (imagem da internet)

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Tainhas capturadas (imagem da internet)

APRECIANDO UMA TAINHA

Quando chega essa época do ano, de frio, já sabemos que teremos tainha fresca, direto com o pescador na praia, ou na peixaria, e normalmente maiores e mais pesadas que em outras épocas do ano. Compramos as nossas já limpas e preparamos de duas maneiras: assada e escalada.

O preparo da tainha para assar pode variar bastante, com ou sem recheio, apenas com sal, ou até sem nada, fica muito boa. A nossa estava ovada!

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Preparo: tainha assada!

A tainha escalada leva um pouco mais de tempo para preparar. O peixe deve ser cortado pela parte da espinha, que deve ser retirada. Com ela aberta é espalhado o sal, deixando descansar por alguns minutos. Depois, tira-se o excesso de sal e assim ela deve permanecer por cerca de 10 horas, ou de um dia para o outro. Hoje em dia, é conservada na geladeira, em refratário fechado, mas antigamente o peixe descansava ao luar… Rsrs

Depois é só assar, no forno ou churrasqueira, ou ainda fritar. Parece carne seca, mas de peixe. Ah, e vai bem com tudo, salada, arroz com feijão, pirão de peixe… Tainha escalada, nossa carne seca do mar, fica boa até depois de fria. Um bom petisco, acompanhado de uma cervejinha, então! 😉

Para quem gosta de tainha, uma delícia, um momento esperado!

E você, gosta de tainha?  Qual a sua preparação favorita? 🙂

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Visita ao MON – Museu Oscar Niemeyer em Curitiba

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Visitar museus e exposições está entre as nossas programações com as crianças quando viajamos. Elas já estão bastante acostumadas. Sabem que não devemos tocar em nada, a não ser em obras interativas, sabem que podemos tentar entender a ideia que o artista quis transmitir e que na placa próximo à obra têm as informações que respondem algumas de nossas perguntas… Ah, e já ficam contando com o lanche depois do passeio. Rsrs

Aproveitamos o final de semana prolongado e partimos de carro de Florianópolis para aproveitar a capital paranaense. Temos parentes que moram em São José dos Pinhais, cidade vizinha, distante cerca de 15 Km de Curitiba. Fomos prestigiar o aniversário do nosso sobrinho.

Saindo de Florianópolis, logo após a ponte já podemos avistar as primeiras placas que indicam Curitiba. Pegamos a BR 101 e “seguimos reto toda vida”, passando por 4 pedágios (total gasto R$9,20) e depois de cerca de 3h, chegamos!

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Beto e a tradicional parada na estrada para um pastel com caldo de cana

O primeiro dia foi de festa em torno da churrasqueira. No fogo, uma bela costela envolta em 4Kg de sal! Maravilhosa (tente fazer isso em casa)! O sol lá fora, mas muito frio pros nossos gostos, em torno de 17 graus – calor só o humano mesmo. Enfim, curtimos o dia em família!

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Costela envolta em sal – muito bom!

No outro dia programamos uma visita ao Museu do Olho, como é conhecido devido a sua estrutura de concreto e vidro nesse formato. Dia chuvoso, sensação de mais frio ainda… nada de ficar em casa, pois era o dia perfeito para um passeio ao museu.

MON – Museu Oscar Niemeyer

Construção linda e interessante! O edifício foi projetado em 1967, pelo próprio Oscar Niemeyer, para ser sede de órgãos do governo. Somente em 2002 foi denominado Novo Museu, sendo reformado e adaptado para tal função, recebe o anexo que lembra um olho, também de Niemeyer. Posteriormente, em julho de 2003, é reinaugurado como Museu Oscar Niemeyer.

Além dos espaços de exposições, há o Centro de Documentação e Referência, com publicações e periódicos para pesquisa, o setor de Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo normas internacionais, o auditório com capacidade para 340 pessoas. onde costumam acontecer apresentações musicais e ainda um salão de eventos com capacidade para 500 pessoas.

Para os adeptos dos passeios ao ar livre, soubemos que na área externa, com grandes extensões de grama, é possível levar até animais de estimação. Mas como nesse dia chovia muito, as crianças correram e brincaram no vão livre mesmo…

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Chegada ao “Museu do Olho” – Curitiba

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Museu do Olho ou Museu Oscar Niemeyer (MON) – Curitiba

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Vão livre do MON – segundo maior do Brasil!

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Elisa fazendo pose e frente ao painel de Oscar Niemeyer

O museu está localizado no Centro Cívico. Como estávamos de carro e com parentes que conhecem a região, nosso esforço foi pouco para chegar até o MON. Mas há opções como ir de táxi ou pegar o ônibus da Linha de Turismo. Ou ainda optar por uma das linhas de ônibus com pontos de parada próximo ao MON. Você pode ver neste link os detalhes de COMO CHEGAR AO MON.

Faça também uma VISITA VIRTUAL 3D!

Uma vez na recepção, enquanto aguardamos na fila observamos a MON Loja, com produtos do museu, e o MON Café . Vai bem um cafezinho nesse frio de Curitiba.

INGRESSOS E FUNCIONAMENTO

O MON abre de terça-feira a domingo, de 10h às 18h. Toda quinta-feira o museu fica aberto até às 20h e com entrada gratuita entre às 18h e 20h.

Os ingressos são vendidos até as 17h30, custam R$12,00 a inteira e R$6,00 a meia para estudantes e professores com identificação e também para quem tem a carteira de doador de sangue.

Entrada gratuita: para menores de 12 anos, maiores de 60 e grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas. E todo primeiro domingo do mês!

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Fila para comprar o ingresso… grandinha, mas rápida 🙂

ACERVO

Há obras de arte contemporânea e mostras temporárias que abrangem artes visuais, arquitetura e urbanismo e design. Uma das primeiras exposições que vimos foi a que conta sobre a vida e a obra de Oscar Niemeyer. Mas há principalmente obras de artistas paranaenses e outros artistas bastante conhecidos.

Visitas à museus são muito bacanas e também bastante cansativas. Mas o mais legal é poder visitar esses espaços toda vez que visitamos a cidade (qualquer cidade) e poder apreciar obras diferentes.

Nessa visita, nos surpreendemos ao saber que lá estão expostas algumas das obras apreendidas na “operação Lava Jato” e que estão sob a guarda do MON. Bateu aquela curiosidade… rsrs

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Visão geral de dentro do olho, observe o formato do teto

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Obra de Isidro Blasco, Espanha (1962)

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As crianças conhecendo Niemeyer

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Maquete da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Aparecida, de Brasília

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Pátio das Esculturas (MON)

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MON Loja

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MON Café

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Arquitetura e design do edifício do MON

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Para informações e deixar seus pertences enquanto passeia…

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Visão geral de dentro do olho, exposições

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

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Detalhe do teto, feio com milhares de plaquinhas de alumínio

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

Adoramos a visita ao MON, é um ótimo passeio com as crianças, é possível fazer piquenique, correr para todo lado e provocar a imaginação e até mesmo o senso crítico.  Elas adoram!

No outro dia, dia de voltar para casa, ainda aquela chuva!  Seguimos seguros! ❤

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Descendo a serra entre o Paraná e Santa Catarina