Arquivo do autor:Elisa Moreira

Sobre Elisa Moreira

Ama viajar, passear, banho de mar, praticar esportes, experimentar novos temperos, chegar num lugar novo e sair andando pela rua. Turismóloga, de Floripa, mãe da Marina e da Natália. Viaja junto com a família, para longe ou bem pertinho, sempre em busca de novas experiências.

5 trilhas que você pode fazer com as crianças em Florianópolis

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Dias ensolarados são uma ótima oportunidade de explorar lugares que ainda não conhecemos perto de casa, estar em contato com a natureza e aprender um pouco mais da história da nossa cidade.
Para fugir um pouco do circuito de praias e fazer um passeio diferente, selecionamos 5 trilhas ecológicas em Floripa para adultos e crianças se sentirem em uma aventura!
Preparem-se!
Envolva as crianças no planejamento do passeio, eles adoram! Cada um pode ficar responsável por parte da preparação… É necessário, além de roupas de banho, vestir roupas leves e proteção solar (boné e filtro solar), tênis e meias (previnem escorregões e protegem de pedras e pequenos insetos), garrafinhas de água mineral (para hidratação durante o percurso) e um lanche leve e saudável (frutas, barrinhas, biscoitos e sanduíches estão valendo). Lembrem-se de trazer todo o seu lixinho de volta… Tudo pronto, é hora da aventura!
1 – Trilha da Barra da Lagoa para a Prainha 
A prainha da Barra da Lagoa também é conhecida como Prainha do Leste. Vá até a Barra da Lagoa e atrevesse a ponte pênsil do canal da Barra, então siga pela trilha cerca de 15 minutos até a Prainha. A faixa de areia tem cerca de 70 metros e o mar é de ondas brandas. É recomendado levar água e lanche, pois os restaurantes ficam próximos a ponte pênsil que dá acesso a trilha.
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Ponte pênsil da Barra da Lagoa

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Prainha do Leste

2 – Trilha ecológica do Parque Estadual do Rio Vermelho
As visitas ao parque são orientadas e os guias contam a histórias do parque e dos animais que vivem ali. O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 10h ás 17h, com horários de saída a cada 30 minutos. Para agendamento entre em contato pelo telefone (48) 3665-4492 ou pelo e-mail trilha@fatma.sc.gov.br. Mais informações: Parque Estadual do Rio Vermelho.
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Trilha do Parque Estadual do Rio Vermelho

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Educação ambiental – Pq Est. Rio Vermelho

 3 – Trilha da Lagoa do Peri

A Lagoa do Peri, maior lagoa de água doce de Santa Catarina, está localizada próximo ao Morro das Pedras, na beira da rodovia que dá acesso à Praia da Armação. Lá tem área para piquenique e churrasco, parquinho, lanchonete e ainda é possível alugar caiaques e pranchas de stand up. A trilha se chama Caminho da Gurita, tem cerca de 3 Km de extensão, intensidade leve para mediano, com riachos e pequenas cachoeiras. Se achar que a trilha é muito longa para as crianças pequenas, você pode percorrer apenas uma parte do percurso.
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Lagoa do Peri

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Trilha Caminho da Gurita

4 – Trilha do Gravatá
Vizinha da Praia Mole e pouco conhecida, a Praia do Gravatá tem uma pequena extensão de areia e o acesso se dá apenas pela trilha que começa na placa da escola Parapente Sul, na subida do morro que vai para a Praia Mole.
A caminhada tem uma subida logo no início, mas é de intensidade leve e dura cerca de 30 minutos. Durante a trilha, no alto do morro, fica a rampa utilizada para os saltos de parapente, a partir daí é só descer até a praia de onde podemos avistar a movimentação da Praia Mole. Vá preparado, nesta praia não há estrutura de bares ou restaurantes, leve bastante água e um lanche para o passeio.
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Início da trilha para o Gravatá

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Praia do Gravatá

5 – Trilha de Naufragados

A trilha para a Praia de Naufragados encontra-se no extremo sul da ilha e leva esse nome porque em 1753 duas embarcações portuguesas naufragaram bem ali. Para chegar lá de carro vamos pelo Ribeirão da Ilha até o final da Caeira da Barra do Sul, onde há estacionamentos. A partir daí seguimos a pé pela trilha por cerca de 1,2 Km. Mantenha-se na trilha principal, ela é bem marcada e arborizada, com pequenos riachos onde podemos nos refrescar. A praia fica em área de preservação. mas há alguns restaurantes que servem especialmente frutos do mar. Fique atendo ao horário de retorno, antes do fim da tarde, lembre-se que terá que voltar pelo mesmo caminho.
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Praia de Naufragados

E então, qual delas você se animou a fazer? Chame as crianças para ajudar a escolher, certamente elas sempre se lembrarão dessa aventura diferente!!

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Uma fuga quase perfeita

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Sabe aquela vontade de fugir por algumas horas, quebrar a rotina, adiar compromissos… quem nunca?

Era meio de semana, dia de sol quente, muito calor… e uma praia logo ali! Deixamos as crianças na escola, resolvermos escapar dos afazeres e deixar tudo pra depois para dar um mergulho no mar.

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Chegamos na praia. Caminhávamos pela areia, o silêncio entre nós… observávamos. O vento estava forte, levava a areia fina que batia em nossas canelas. A impressão é de que estender a canga na areia seria complicado…

Continuamos nossa caminhada em busca de um lugar próximo ao mar para deixar nossas coisas e dar o tão desejado mergulho. A praia esta quase vazia.

Mal estendemos a canga, ela se encheu de areia… o sorriso prepara mente e corpo: vamos virar croquete! Mas nada nos abala. Foco no banho de mar!

Em direção ao mar, continua a observação: que dia lindo, o céu, o costão, o mar… a água estava turva, cor de caldo de cana, dizem os nativos que “é por causa da corrente de leste, que deixa a água trincando como gelo e cheia de águas-vivas”.

Aaahhhhhhh

Água trincando vá lá… mas águas-vivas “vivas” inviabilizam o nosso principal objetivo de fuga: um banho de mar!

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E lá estavam elas, lindas águas-vivas, de todas as cores: brancas, cor de rosa, marrons… pareciam flutuar. Confesso que na hora murchei. Mas não me dei por vencida. Devagar, olhando para todos os lados – medinho – comecei a entrar na água, tomando certa distância daquelas que conseguia enxergar. E com a água pelos joelhos dei a primeira investida.

Um mergulho lento e objetivo, entra na água, sai da água e imediatamente saio do mar… a areia batendo nas canelas. Penso: que fuga maravilhosa! rs

Em poucos segundos percebo que minha panturrilha começa a arder… só faltava essa! Sem que eu visse ou sentisse nada, uma delas passou por mim seus fiozinhos urticantes… nada grave. Mesmo com a ardência tento aproveitar a fuga. 🙂

Acabamos os dois em pé à beira mar, com areia nas canelas, nossa canga já coberta pela areia num dia quente de sol. Sorrindo. Ou melhor, só rindo!

🙂

Construindo um Diário de Bordo

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Em mais uma experiência nova, levamos nossas miúdas para participarem de uma oficina promovida pelo Museu da Imagem e do Som (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC) de Florianópolis e aprenderem a construir um diário de bordo.

A oficina se chama Oficina Infantojuvenil Diário de Bordo, teve como mediadora a arte educadora Fernanda do Canto, que orientou as crianças a criar histórias a partir das imagens de fotografias da exposição #PorAí, de Bruno Ropelato, em exibição no CIC.

Apenas para relembrar, um diário de bordo é todo o registro dos acontecimentos de uma viagem, incluindo impressões e expressões do viajante e até imagens. É também, uma oportunidade de as crianças (nesse caso) junto com os adultos relembrarem as atividades do dia e observarem quais foram seus aprendizados e ainda identificar suas preferências, seus sentimentos em determinadas ocasiões, aprendendo a pontuar dicas pessoais – o que favorece o auto conhecimento, um aprendizado e tanto!

Antes de circularem pela exposição, a Marina contou que todos fizeram uma roda e realizaram alguns movimentos de alongamento. “Não entendi muito bem pra quê, mas tudo bem…”, diz ela sorrindo. Então, seguiram observando as imagens distribuídas em estruturas com lâmpadas acesas, por isso os óculos escuros.

Depois, foram para a “caixa de ideias”, mexeram e remexeram nas imagens sobre a mesa (cópias das imagens da exposição) e a mediadora orientou as crianças a criarem narrativas sobre os lugares fotografados, escritas e gravadas em áudio, organizando as imagens e acrescentando suas próprias opiniões sobre elas.

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Instalação fotográfica inclusiva – #PorAí, Bruno Ropelato

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Instalação fotográfica inclusiva – #PorAí, Bruno Ropelato

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Caixa de ideias, local da oficina

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Imagens para mexer e remexer

As crianças saíram de lá super animadas, contando tudo o que fizeram. O resultado desta oficina será um livro digital com as histórias criadas por elas. Mais uma lembrança e aprendizado em nossas bagagens! Bacana, né?

Vejam mais algumas imagens da Oficina Diário de Bordo…

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Trocando ideias – Foto: Carlos Pontalti

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Mexendo e remexendo nas imagens – Foto: Carlos Pontalti

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Marina e Natália compenetradas… rs – Foto: Carlos Pontalti

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Construindo um diário de bordo – Foto: Carlos Pontalti

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Construindo um diário de bordo – Foto: Carlos Pontalti

🙂

Coza Nossa – um tour em Floripa

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Fazer turismo na nossa cidade também vale, né? Dia desses fomos com as crianças fazer um tour num dos bairros de Florianópolis. Esse tour é uma proposta muito bacana do Guia Manezinho, do Rodrigo Stüpp, que é guia de turismo profissional, junto com a Cervejaria Cozalinda, e visa mostrar nossa Floripa com aquele olhar nativo…“coza masx quirida”.

O que me chamou a atenção para esse passeio foi a intenção do projeto, de valorizar a cultura da nossa cidade por meio do turismo de experiência com moradores, preservando e levando adiante as nossas histórias e estórias. Muito bom!

Nosso ponto de encontro foi na Cervejaria Cozalinda, no bairro de Coqueiros. De lá, o grupo atravessou a rua e se acomodou no gramado da Praia de Coqueiros bem em frente ao bar. Era um fim de tarde lindo. Enquanto admirávamos a vista, ouvíamos as histórias do Guia Manezinho.

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Tour Coza Nossa na Praia de Coqueiros

O tema desse tour é “Franklin Cascaes e as Bruxas”. Franklin Cascaes era um manezinho da ilha (termo popularmente utilizado para designar os nativos de Florianópolis), professor e folclorista, que se empenhou muito em registrar as crenças e costumes do povo ilhéu em centenas de cadernos preenchidos, gravações e também uma coleção de gravuras e esculturas .

O folclorista registrou o cotidiano de pescadores, rendeiras e agricultores. Mas as histórias de bruxas são as que mais chamam a atenção, diz que vieram com os supersticiosos açorianos na época da colonização, no século XVIII.

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Gravura “Congresso Bruxólico”, Franklin Cascaes (1970)

Na segunda parte do tour, o grupo fez uma caminhada até Itaguaçu, onde conhecemos um pouco mais da origem de Cascaes e a história do “salão das bruxas” – que conta que as bruxas fizeram uma grande festa e não convidaram o diabo. Ele ficou sabendo, foi até o local da festa e, com raiva, transformou cada uma das bruxas em pedra… essa história deu nome à uma formação de rochas na beira do mar, bem ali na Praia de Itaguaçu.

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Caminhada de Coqueiros à Itaguaçu

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Homenagem à Franklin Cascaes

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O pôr do sol em Itaguaçu

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Ouvindo a história do “salão das bruxas”

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O salão das bruxas na Praia de Itaguaçu

É isso aí, pessoal! Sempre que temos oportunidade participamos de eventos como o Tour Coza Nossa, porque o turismo a gente também faz viajando pela cultura da nossa cidade. E depois transmitindo esse conhecimento às pessoas que vem nos visitar!

🙂

Bate e volta à Rancho Queimado – Festa do Morango

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Final de semana chegando, soubemos que aconteceria a Festa do Morango em Rancho Queimado, distante 65 Km de Floripa/SC, e resolvemos dar um pulo até lá para conferir, afinal uma festa de morangos soa tentador… só imaginando as delícias… rs

Naquela pesquisa prévia para chegarmos à cidade, descobrimos que a festa do morango de Rancho Queimado acontece no Parque dos Morangos, em Taquaras, município vizinho e menos conhecido. Mas como é uma região rural com grandes áreas verdes quase não percebemos a mudança de cidade.

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Parque dos Morangos – Foto: Associação Comunitária de Taquaras

A Festa do Morango é uma festa típica como tantas outras que acontecem ao longo do ano em Santa Catarina. Estas festas acontecem para celebrar a cultura dos colonizadores, a gastronomia e a produção agropecuária local, e também como forma de diminuir o êxodo rural.

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Morangos pela estrada, sinal que estamos chegando!

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Para nós que vivemos em cidades mais urbanizadas é um mergulho em diversidade cultural. E para as crianças uma oportunidade de curtir a liberdade que já não existe mais lá na cidade. E tem todo o aprendizado, pois muda a paisagem, que é cheia de montanhas e florestas densas de mata atlântica (como a professora da escola ensina em Geografia), a arquitetura também é bastante diferenciada, o jeito de falar, as fazendas de morangos (onde são produzidos os alimentos, como aprendem em História), as comidas diferentes… para as crianças isso tudo é um rico aprendizado e um desafio também!

Mas em se tratando de uma festa de morangos nem é tão difícil assim. Além de experimentarmos o morango durante a refeição, como se comêssemos um tomate, experimentamos espetinho de morango coberto com chocolate, morangos com suspiro, bombons de morango, geleia de morango, torta de morango… e de quebra levamos algumas caixas de morangos para casa. Teve até concurso da “Caixa de Morango Mais Bonita”! 🙂

Lá perto de casa podemos comprar morangos na feira ou no supermercado, mas aquele morango que experimentamos direto com o produtor, ao lado das fazendas de morangos, logo depois de andar a cavalo, é bem mais gostoso!

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Concurso “Caixa de morango mais bonita” – Rancho Queimado e Taquaras/SC

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Arquitetura… e vai passando um senhor ali… rs

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Espetinhos, bombons, copinhos… hmmm

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Produção de morangos – Taquaras/SC

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Passeio à cavalo na Festa do Morango – Rancho Queimado e Taquaras/SC

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Passeio à cavalo na Festa do Morango – Rancho Queimado e Taquaras/SC

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Foto com a madrinha… xiiiis!

Uruguai de carro – roteiro e documentação

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Nós sempre viajamos pelo Brasil de carro, mas viajar com o nosso carro para o exterior foi a primeira vez! Escolhemos ir para o Uruguai pela proximidade, e nesse post contamos sobre nosso roteiro, onde comprar pesos uruguaios e os documentos necessários para sair com o seu carro do Brasil e viajar tranquilo!

Como viajamos durante o inverno, decidimos fazer uma viagem mais “urbana”. Nessa época, as cidades praianas do Uruguai ficam quase desertas, vários estabelecimentos fechados e um vento super gelado. (Rs)

Documentação em dia

Antes de pegarmos a estrada, providenciamos alguns dos documentos necessários para viajarmos com carro próprio em outro país e observamos alguns detalhes que nos proporcionam tranquilidade quando viajamos.

Fomos ao Consulado do Uruguai em Florianópolis e conversamos com o cônsul, que nos deu as informações e várias dicas sobre o país. Além do usual seguro-saúde, que pode ser contratado junto à sua agência de viagens, levamos também:

  • Passaporte com validade vigente: sempre vale a pena conferir a validade do seu passaporte, certifique-se de que o prazo para vencer seja maior do que 6 meses. Você pode viajar também com a sua identidade (RG), desde que esteja em bom estado e com foto atual. Levamos os dois, mas utilizamos apenas o passaporte.
  • Carta Verde: este documento deve ser contratado com dias de antecedência em alguns bancos, seguradoras ou com o consultor de seguros de carros de sua preferência. A carta verde permite a circulação de carro estrangeiro em todos os países do Mercosul por período determinado em sua contratação, o valor também varia de acordo com esse período. Contratamos por 11 dias e custou R$124,00. Durante a viagem, antes de passarmos pela fronteira com o Chuy uruguaio vimos alguns anúncios de despachantes com ofertas de carta verde, com plantão 24h, mas costuma ser mais caro. É melhor sair de casa prevenido, até para ganhar tempo. Fomos informados pelo consulado uruguaio no Brasil que, carros estrangeiros que viajam pelo Brasil devem ter este documento impresso em papel verde, por via das dúvidas, fizemos isso.
  • Documento do carro (vigente) em nome de um dos condutores. Se o carro não pertencer à um dos condutores, é necessário ter em mãos uma declaração/autorização para utilização do veículo (em viagem) com firma reconhecida.
  • CNH: carteira de motorista do condutor principal do carro, e de outros possíveis condutores do carro.

Seguir essas conformidades garante a passagem pela fronteira em poucos minutos, já que a ansiedade de chegar é grande… Rs. Apresentamos o passaporte e pegamos o permiso (carimbo como o do visto) na aduana em território uruguaio – este local da imagem abaixo. No retorno fizemos o mesmo, mas na aduana do Brasil.

Dica: Nunca deixe de ir à aduana, em qualquer país! Há quem diga que não é necessário parar na aduana, mas que temos que torcer para não sermos “pegos” pela polícia.

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Aduana del Chuy – Uruguay

Estradas no Uruguai e dicas de condução

Encontramos estradas em boas condições e com boa sinalização por todo o nosso percurso e também nas localidades. A maior parte das vias é de mão dupla, com exceção da Ruta Interbalnearia, que é duplicada e liga Punta del Este à Colônia de Sacramento, passando por Montevidéu.

Em grande parte do percurso, principalmente do Chuy até Punta del Este, o visual é de campos verdes e fazendas, com pouco movimento de carros. Mas vá com calma… Observamos que os motoristas uruguaios andam sempre dentro dos limites de velocidade da via e quase nunca tentam ultrapassar… parece o Brasil?

Não há postos de fiscalização polícia nas estradas, mas fomos surpreendidos por algumas ‘blitz’ em pontos inesperados. Em uma delas fomos parados, o policial levou nossos passaportes, CNH do motorista e carta verde para consulta e em alguns minutos fomos liberados.

Dicas importantes

  • Regras de trânsito como usar cinto de segurança, ‘se beber não diriga’, são as mesmas do Brasil.
  • Estar sempre com os faróis acessos, mesmo durante o dia, é obrigatório em áreas urbanas, interurbanas e rurais.
  • Pedágios (Peaje, em espanhol) devem ser pagos apenas com pesos uruguaios, leve os valores em espécie, e custam sempre $U 75 (ou 75 pesos uruguaios, ou ainda 75 UYU) – valores de julho/2016.
  • Atenção aos limites de velocidade e os muitos pardais, grandes causadores de multas, e se levar uma multa, esta deverá ser paga na hora.
  • Evite infrações como excesso de velocidade e parar em locais proibidos, seu carro poderá ser apreendido.
  • Há poucos postos de combustível na estrada, sugerimos que mantenha o carro abastecido, quando tiver oportunidade
  • Carros alugados não estão autorizados a atravessar a fronteira.
  • Muitos hotéis não tem estacionamento e quando tem é cobrado um valor de uma diária para carros que quando consultamos variava de 10 até 30 dólares. Antes de fazer suas reservas de hotel, verifique se o estabelecimento dispõe estacionamento próprio e se é cobrada a diária.
  • O combustível no Uruguai é mais caro. Enquanto pagávamos R$3,79 no Brasil – valores de julho/2016, no Uruguai pagamos cerca de R$5,00 (convertendo pesos em reais).

Onde comprar pesos uruguaios

Tentamos comprar em casas de câmbio, bancos e agências de viagem ainda em Florianópolis, antes da viagem, mas sem sucesso. Pensamos em levar alguma quantia de dólares, mas fomos informados de que não seria necessário. E realmente, no Uruguai, com exceção dos pedágios, conseguimos pagar hospedagem, alimentação e combustível com reais ou cartão de crédito.

Então saímos de casa com ‘nossos reais’ e no Chuí (brasileiro) antes da fronteira, enquanto abastecíamos o carro conseguimos fazer o câmbio na loja de conveniência do posto de gasolina. Bastante informal, mas garantimos os valores para os pedágios.

Depois encontramos casas de câmbio facilmente nas localidades, mas com valores que variam bastante. Encontramos ofertas de câmbio de $U 7 até $U 8,50 por R$ 1,00, sendo que o maior valor (em $U) aumenta nosso poder de compra.

Vale utilizar o cartão de crédito em muitas situações, pois o imposto cobrado para transações em moeda estrangeira (IOF) é deduzido da conta no momento do pagamento, e consta na sua via da nota.

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BR 101 – início da viagem

Roteiro de 11 dias

Nosso roteiro incluiu as cidades de Punta del Este, Colônia de Sacramento, com direito a um dia em Buenos Aires e Montevidéu. Saímos de Florianópolis no dia 15/julho, percorremos cerca de 700 Km até Pelotas, onde pernoitamos. Escolhemos fazer a travessia da fronteira pelo Chuy, a estrada (BR 471) é uma via de mão dupla, em bom estado e tem pouco movimento. Passamos por um longo trecho entre a Lagoa Mangueira e a Lagoa Mirim, o visual é lindo e pudemos avistar muitos bandos de capivaras. Logo cedo, após o café da manhã, seguimos para Punta del Este.

Nessa época do ano, as temperaturas no Uruguai raramente passam dos 10*C, esteja sempre agasalhado. Ainda assim encontramos muitos brasileiros por lá e apesar do frio, vivemos dias ensolarados. Choveu apenas no dia em que chegamos e no dia de ir embora, então pudemos aproveitar muito os passeios ao ar livre…

Distâncias percorridas

  • Florianópolis – Pelotas: 709 Km
  • Pelotas – Chuy (fronteira): 256 Km
  • Chuy – Punta del Este: 218 Km
  • Punta del Este – Colônia de Sacramento: 309 Km (passando por Montevideo)
  • Colônia de Sacramento – Montevidéu: 180 Km
  • Montevidéu – Jaguarão (fronteira): 416 Km
  • Jaguarão – Pelotas: 142 Km
  • Pelotas – Florianópolis: 709 Km

Punta del Este

Dia 1 – Check-in no Kalá Hotel Boutique, em La Barra, distante 10 minutos de carro do centro de Punta. De noite parrilla (autêntico churrasco uruguaio) no restaurante El Palenque.

Dia 2 – Conhecer a escultura Los Dedos e visitar o Puerto de Nuestra Señora de la Candelaria (o Porto de Punta del Este) e pôr do sol na Casapueblo. Jantar na Av. Gorlero, a principal da península, com vários restaurantes e lojas.

Dia 3 – Aproveitando as instalações do hotel. Tentar a sorte no cassino do Conrad Resort & Casino. Jantar no restaurante à beira mar Club de Pesca.

Dia 4 – Check-out em Punta del Este e viagem para Colônia de Sacramento.

Colônia de Sacramento

Dia 4 – Check-in na Posada El Viajero e conhecer o centro histórico a pé ao anoitecer. Jantar em um dos restaurantes da praça, nosso escolhido foi o Mezón de la Plaza, sempre degustando um vinho local, muito bom.

Dia 5 – Alugar bicicletas e circular por todo o centro histórico. Pôr do sol à beira do Rio da Prata.  Ir ao Puerto de Colonia (a pé) comprar passagens do Buquebus para no outro dia fazer a travessia do Rio de la Plata de balsa para conhecer Buenos Aires por um dia.

Dia 6 – Passagens compradas: ida 9h30 e retorno às 18h. Do Puerto Colonia até Puerto Madero, na Argentina, são 50 km de balsa e cerca de 1h de viagem. Já em Buenos Aires, utilizando o metrô (subte, em espanhol), conhecemos o Cemitério da Recoleta, Obelisco de Buenos Aires e Plaza Mayor. Almoçamos por lá e de noite comemos um delicioso chivito (típico sanduíche uruguaio).

Dia 7 – Conhecer os museus que contam a história da cidade. Comprar alfajores e doce de leite uruguaio para levar para casa. De tão bom, resolvemos repetir o chivito.

Dia 8 – Check-out em Colônia e viagem para Montevidéu

Montevidéu

Dia 8 – Check-in no hotel Tryp, no Barrio Punta Carretas, em Montevidéu. Jantar delicioso no restaurante Sa Cuina em Punta Carretas (recomendamos!).

Dia 9 – Caminhada de 6 km pela orla de Montevidéu até o Marcado del Puerto (mercado gastronômico próximo ao porto). Pelo caminho, muitas casas antigas e a vista do Rio de la Plata.

Dia 10 – Passeio à Feira de Tristán Narvaja, além de antiguidades, você pode encontrar kombis vendendo queijos, pimentas, doces de leite, roupas, discos e todo tipo de quinquilharias. E pode até ouvir uma banda de rock n’roll tocando na calçada.

Dia 11 – Dia de começar a voltar para casa. Check-out no hotel e pegar a estrada rumo ao Brasil, agora em direção à fronteira de Jaguarão, passando pela cidade de Treinta y Tres. Em Jaguarão, paramos na aduana para carimbar o passaporte e registrar a saída do Uruguai. Oportunidade de compras nos outlets! Paramos em Pelotas novamente para pernoite e seguimos para Florianópolis, chegando em casa no dia 12.

Bom demais!

Pelo caminho fomos fazendo o registro dos pedágios e no total (ida e volta) gastamos quase R$ 200,00 entre Brasil e Uruguai.

Foi uma viagem corrida, mas muito bacana. Vamos contar com detalhes como foi conhecer cada uma das localidades, mas nos próximos posts! 🙂

Enquanto isso, aprecie algumas imagens…

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BR 471 – entre Lagoa Mirim e Lagoa Mangueira – Brasil

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Forte de Santa Tereza – Puerto Garzón – Uruguai

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Punta del Este – pensa numa ventania gelada…

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Casapueblo – Punta Ballena – Uruguai

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Pôr do sol na Casapueblo

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Colônia de Sacramento – Uruguai

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Colônia de Sacramento – Uruguai

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Plaza Mayor – Buenos Aires – Argentina

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Mercado del Puerto – Montevideo – Uruguai

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Feira de Tristán Narvaja – Montevideo – Uruguai

Mostraremos mais imagens da nossa viagem ao Uruguai nos próximos posts… Aguardem!

🙂

 

Turistando por Santa Catarina

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Nosso dia a dia é corrido, trabalho, filhos, muitos afazeres. É tão corrido que vários momentos passam despercebidos… Isso se você não mora em Santa Catarina! Rs
Aqui em nosso estado temos tanta beleza e diversidade que esses “momentos despercebidos” são quebrados pela paisagem natural exuberante, pelos contrastes culturais, pela proximidade de áreas urbanas e rurais… Quanto encantamento!
Toda essa beleza se reflete em suspiros durante nossos dias de correria, proporcionando a sensação de presença e pertencimento, de qualidade de vida mesmo. E o melhor é que não precisamos parar para desfrutar, porque está tudo à nossa volta, diante dos nossos olhos. São instantes preciosos. Basta olharmos para o lado e contemplar, diariamente.
No dia a dia e até mesmo quando viajamos por Santa Catarina, sempre pensamos na experiência que teremos lá, no destino. Mas os preparativos para sair e o percurso tem a sua graça. Cada vez mais aprecio cada um desses instantes…
E porque não registrá-los!? Uma pequena parada, minutos, ou de dentro do carro, vale o registro! E então, as imagens falam por si…
🙂
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Orla de São José

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Coqueiros

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… pela Ponte Hercílio Luz

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… dia de chuva, pela Ponte Colombo Salles, único acesso por terra à ilha

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Túnel para a Via Expressa Sul, sob o Morro do Agudo

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… dentro do túnel…

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Bairro Fazenda Santo Antônio, São José

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Anoitecer na Pedra Branca, Palhoça

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Pedra Branca e Morro do Cambirela, Palhoça

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Coqueiros

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Dia frio na Lagoa da Conceição

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Praia da Pinheira, fora de temporada

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Começando a subir a Serra Catarinense

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Contemplando a Serra do Rio do Rastro

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Serra do Rio do Rastro

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As araucárias

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Pelas estradas de SC

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Parada para o lanche – pastel com caldo de cana

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Plantações de banana pelo caminho

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… e pelo caminho também é possível comprá-las…

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Descendo a serra para SC, num dia muito nublado

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Tradição, fogão de lenha, São Bento do Sul

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O charme, heranças da colonização

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No topo das araucárias, a fartura do pinhão

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Arquitetura mudando a paisagem, Pomerode

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O fogão de lenha para esquentar…

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Inverno ensolarado…

 

É dia de jogo!

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Há dias em que cada pessoa da família está com uma ideia de programação na cabeça. Quando acontece, vai cada um para um lado… Rs

E neste dia, eu e as crianças fomos à 15a. Mostra de Cinema Infantil, enquanto o Beto foi ao Estádio da Ressacada, em Florianópolis.

A Mostra de Cinema Infantil é um evento anual, idealizado e apresentado por Luiza Lins. O evento visa a inclusão social, a educação através do cinema e o desenvolvimento do cinema infantil nacional.

As sessões são gratuitas, divididas por classificação etária e vários dias de programação. Logo após as sessões há debates com os diretores das obras, sorteio de livros infantis e pipoca! É uma festa muito bacana!!

Mostra de cinema infantil

15a. Mostra de Cinema Infantil – Teatro Pedo Ivo – Florianópolis

Enquanto isso, Beto estava em clima de jogo… é sempre assim quando o Vasco joga! O dia é de preparação, emoção, começa cedo, planejando a ida, afinal, o jogo é “fora de casa”…

É dia de jogo, Vasco X Avaí, no Estádio da Ressacada, próximo ao aeroporto de Florianópolis. Neste jogo, o Avaí levou a melhor, mas o Vasco continua líder do campeonato. Como diz o Beto, “está tudo sob controle”.

Veja abaixo algumas imagens da chegada à Ressacada e de dentro do Estádio. E ainda, neste link um > VÍDEO < (curto) com as emoções do jogo!

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Chegando no Estádio da Ressacada – Vasco X Avaí

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Interior da Ressacada

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“Casa do Avaí”

Café Colonial em Santo Amaro da Imperatriz

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Há tempos, viajantes e turistas, ao chagarem tarde da noite em cidades pouco movimentadas, eram recebidos por colonos que lhes ofereciam algo de comer e um leito para pernoitar. Naquela época não haviam hotéis ou restaurantes…

Já era um hábito dos colonos, agricultores moradores dessas localidades, desfrutar o café matinal, reforçado, representado pela mesa farta do colono, pois essa refeição lhe proporcionaria a energia necessária para o trabalho ao longo do dia.Com o passar dos anos – quando já haviam restaurantes – além do café matinal, recheado do melhor da culinária germânica, também era oferecido o almoço. O café matinal passou a ser chamado de ‘café com mistura’ e  depois tornou-se conhecido em todo o Brasil como ‘café colonial’.

E o que tem de tão gostoso no café colonial? 🙂

Muita coisa! Este café de mesa farta, pode ser servido em qualquer momento do dia, com o charme das xícaras e bules e grande variedade de pães de trigo e milho, roscas de polvilho, cucas, queijo, linguiça, morcilha, queijos, nata, requeijão, mel, salsicha bock, rocambole, rabanete e pepino (conservas), apfelstrudel (torta de maçã), schmier (geléias de frutas), wafles, vinho, chocolate quente, café, chás… Tudo de produção própria!

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Café Colonial – mesa farta, delícias alemãs e influências brasileiras

Em Santa Catarina, encontramos o café colonial em cidades da serra e do litoral. Nós visitamos um café colonial servido e um hotel bastante tradicional de Santo Amaro da Imperatriz, o Hotel Caldas da Imperatriz, localizado em uma construção do século XIX, onde há também uma sala de banhos termais.

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Santo Amaro da Imperatriz, cidade distante 25 Km do centro de Florianópolis

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Hotel Caldas da Imperatriz, construção do século XIX

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Buffet do Café Colonial, variedade de tortas e bolos

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Close no bolo de banana caramelada

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As crianças adoram se servir a vontade

E você, já experimentou desfrutar um momento como este?

O café colonial é uma tradição da cultura alemã, mas nós brasileiros adoramos. Não tem dia nem horário, independente do clima e da estação, é sempre uma boa ideia. E quanto mais delícias, melhor!!

Além disso, é um ótimo programa para fazer com a família e amigos!! Encontramos alguns por lá… 🙂

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Amigos, adoramos a companhia!

Já estivemos em Santo Amaro da Imperatriz em outra ocasião, no verão… quando visitamos uma cachoeira!

E neste vídeo um pouco da estrada para Santo Amaro da Imperatriz… pé na estrada!

😉

Enoturismo nos Vales da Uva Goethe

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Você sabia que em Santa Catarina temos uma região de fortes tradições italianas? Os Vales da Uva Goethe é um roteiro enoturístico, que compreende as cidades de Urussanga, Pedras Grandes, Morro da Fumaça, Içara e Nova Veneza.

A região foi ocupada por imigrantes italianos no século XIX, que encontraram ali as condições ideais para o cultivo da uva Goethe. Desde então, passaram a cultivar uvas para a produção vinhos e  também suas tradições, configurando as manifestações étnicas que temos hoje.

Mapa

Região dos Vales da Uva Goethe

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Parreirais de uva Goethe

Urussanga foi sede da primeira colônia italiana do litoral sul catarinense, e onde foram plantados os primeiros parreirais que deram origem as atividades de vitivinicultura, ou cultivo de uvas e fabricação de vinho para fins comerciais.

A cidade está localizada a cerca de 200 Km da capital, Florianópolis, compondo os Vales numa mescla de clima rural, eventos culturais –  como a tradicional Festa do Vinho, realizada sempre nos anos pares, no mês de agosto -, águas termais, e a proximidade com as Serra do Rio do Rastro e Serra do Corvo Branco.
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Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição – Urussanga, SC

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Uva Goethe

Na região dos Vales da Uva Goethe, você pode desfrutar de passeios à vinícolas, cenário típico de colonização italiana, com arquitetura em casas de pedra centenárias… Veja algumas atrações por cidade:

URUSSANGA

• Vista Panorâmica da Antiga Vinícola Caruso Mac Donald, 1913 e da Antiga Vinícola Irmãos Cadorin, 1918

• Visita aos parreirais e vinícolas: Vitivinícola Urussanga, Vinícola Trevisol, Vinícola Mazon, Vinicola De Nonni

• Parque Municipal Ado Cassetari Vieira – Festa do Vinho nos anos pares em agosto

• Estação Ferroviária: sede da ProGoethe e Central de Informações Turísticas

• Praça Anita Garibaldi, Igreja Matriz Nossa Sra. da Conceição (arte sacra e réplica da Pietá, vinda da Itália), Praça Longarone

• Comunidades históricas de Rio Maior e Rio Caeté: patrimônio histórico e processos produtivos artesanais

• Sorveterias Italianas e Pub’s

• Sitio de Equitação

PEDRAS GRANDES

• Parreiral da uva Goethe da família Darcy Quarezemin: maior parreiral de uvas Goethe da região.

• Vista panorâmica da Serra Geral – paisagem com parreirais e vista panorâmica.

MORRO DA FUMAÇA

• Produção de Uva Orgânica

• Vinhos coloniais família Soratto

IÇARA

• Vinhos Quarezemin – Vinícola Industrial em construção em pedra com adega, degustação dos vinhos e eventos gastronômicos programados.

NOVA VENEZA (Colônia Nova Veneza)

• Praça central com Gondola vinda da Itália, Museu, Gastronomia típica

• Barragem do Rio São Bento e contrafortes da Serra Geral rumo a Siderópolis e Treviso.

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Vinho de uva branca Goethe – tim tim!

 Fontes (imagens e informações): Epagri, FAPESC, Vales da Uva Goethe