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Uma fuga quase perfeita

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Sabe aquela vontade de fugir por algumas horas, quebrar a rotina, adiar compromissos… quem nunca?

Era meio de semana, dia de sol quente, muito calor… e uma praia logo ali! Deixamos as crianças na escola, resolvermos escapar dos afazeres e deixar tudo pra depois para dar um mergulho no mar.

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Chegamos na praia. Caminhávamos pela areia, o silêncio entre nós… observávamos. O vento estava forte, levava a areia fina que batia em nossas canelas. A impressão é de que estender a canga na areia seria complicado…

Continuamos nossa caminhada em busca de um lugar próximo ao mar para deixar nossas coisas e dar o tão desejado mergulho. A praia esta quase vazia.

Mal estendemos a canga, ela se encheu de areia… o sorriso prepara mente e corpo: vamos virar croquete! Mas nada nos abala. Foco no banho de mar!

Em direção ao mar, continua a observação: que dia lindo, o céu, o costão, o mar… a água estava turva, cor de caldo de cana, dizem os nativos que “é por causa da corrente de leste, que deixa a água trincando como gelo e cheia de águas-vivas”.

Aaahhhhhhh

Água trincando vá lá… mas águas-vivas “vivas” inviabilizam o nosso principal objetivo de fuga: um banho de mar!

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E lá estavam elas, lindas águas-vivas, de todas as cores: brancas, cor de rosa, marrons… pareciam flutuar. Confesso que na hora murchei. Mas não me dei por vencida. Devagar, olhando para todos os lados – medinho – comecei a entrar na água, tomando certa distância daquelas que conseguia enxergar. E com a água pelos joelhos dei a primeira investida.

Um mergulho lento e objetivo, entra na água, sai da água e imediatamente saio do mar… a areia batendo nas canelas. Penso: que fuga maravilhosa! rs

Em poucos segundos percebo que minha panturrilha começa a arder… só faltava essa! Sem que eu visse ou sentisse nada, uma delas passou por mim seus fiozinhos urticantes… nada grave. Mesmo com a ardência tento aproveitar a fuga. 🙂

Acabamos os dois em pé à beira mar, com areia nas canelas, nossa canga já coberta pela areia num dia quente de sol. Sorrindo. Ou melhor, só rindo!

🙂

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Construindo um Diário de Bordo

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Em mais uma experiência nova, levamos nossas miúdas para participarem de uma oficina promovida pelo Museu da Imagem e do Som (MIS/SC), no Centro Integrado de Cultura (CIC) de Florianópolis e aprenderem a construir um diário de bordo.

A oficina se chama Oficina Infantojuvenil Diário de Bordo, teve como mediadora a arte educadora Fernanda do Canto, que orientou as crianças a criar histórias a partir das imagens de fotografias da exposição #PorAí, de Bruno Ropelato, em exibição no CIC.

Apenas para relembrar, um diário de bordo é todo o registro dos acontecimentos de uma viagem, incluindo impressões e expressões do viajante e até imagens. É também, uma oportunidade de as crianças (nesse caso) junto com os adultos relembrarem as atividades do dia e observarem quais foram seus aprendizados e ainda identificar suas preferências, seus sentimentos em determinadas ocasiões, aprendendo a pontuar dicas pessoais – o que favorece o auto conhecimento, um aprendizado e tanto!

Antes de circularem pela exposição, a Marina contou que todos fizeram uma roda e realizaram alguns movimentos de alongamento. “Não entendi muito bem pra quê, mas tudo bem…”, diz ela sorrindo. Então, seguiram observando as imagens distribuídas em estruturas com lâmpadas acesas, por isso os óculos escuros.

Depois, foram para a “caixa de ideias”, mexeram e remexeram nas imagens sobre a mesa (cópias das imagens da exposição) e a mediadora orientou as crianças a criarem narrativas sobre os lugares fotografados, escritas e gravadas em áudio, organizando as imagens e acrescentando suas próprias opiniões sobre elas.

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Instalação fotográfica inclusiva – #PorAí, Bruno Ropelato

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Instalação fotográfica inclusiva – #PorAí, Bruno Ropelato

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Caixa de ideias, local da oficina

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Imagens para mexer e remexer

As crianças saíram de lá super animadas, contando tudo o que fizeram. O resultado desta oficina será um livro digital com as histórias criadas por elas. Mais uma lembrança e aprendizado em nossas bagagens! Bacana, né?

Vejam mais algumas imagens da Oficina Diário de Bordo…

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Trocando ideias – Foto: Carlos Pontalti

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Mexendo e remexendo nas imagens – Foto: Carlos Pontalti

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Marina e Natália compenetradas… rs – Foto: Carlos Pontalti

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Construindo um diário de bordo – Foto: Carlos Pontalti

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Construindo um diário de bordo – Foto: Carlos Pontalti

🙂

Bate e volta à Rancho Queimado – Festa do Morango

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Final de semana chegando, soubemos que aconteceria a Festa do Morango em Rancho Queimado, distante 65 Km de Floripa/SC, e resolvemos dar um pulo até lá para conferir, afinal uma festa de morangos soa tentador… só imaginando as delícias… rs

Naquela pesquisa prévia para chegarmos à cidade, descobrimos que a festa do morango de Rancho Queimado acontece no Parque dos Morangos, em Taquaras, município vizinho e menos conhecido. Mas como é uma região rural com grandes áreas verdes quase não percebemos a mudança de cidade.

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Parque dos Morangos – Foto: Associação Comunitária de Taquaras

A Festa do Morango é uma festa típica como tantas outras que acontecem ao longo do ano em Santa Catarina. Estas festas acontecem para celebrar a cultura dos colonizadores, a gastronomia e a produção agropecuária local, e também como forma de diminuir o êxodo rural.

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Morangos pela estrada, sinal que estamos chegando!

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Para nós que vivemos em cidades mais urbanizadas é um mergulho em diversidade cultural. E para as crianças uma oportunidade de curtir a liberdade que já não existe mais lá na cidade. E tem todo o aprendizado, pois muda a paisagem, que é cheia de montanhas e florestas densas de mata atlântica (como a professora da escola ensina em Geografia), a arquitetura também é bastante diferenciada, o jeito de falar, as fazendas de morangos (onde são produzidos os alimentos, como aprendem em História), as comidas diferentes… para as crianças isso tudo é um rico aprendizado e um desafio também!

Mas em se tratando de uma festa de morangos nem é tão difícil assim. Além de experimentarmos o morango durante a refeição, como se comêssemos um tomate, experimentamos espetinho de morango coberto com chocolate, morangos com suspiro, bombons de morango, geleia de morango, torta de morango… e de quebra levamos algumas caixas de morangos para casa. Teve até concurso da “Caixa de Morango Mais Bonita”! 🙂

Lá perto de casa podemos comprar morangos na feira ou no supermercado, mas aquele morango que experimentamos direto com o produtor, ao lado das fazendas de morangos, logo depois de andar a cavalo, é bem mais gostoso!

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Concurso “Caixa de morango mais bonita” – Rancho Queimado e Taquaras/SC

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Arquitetura… e vai passando um senhor ali… rs

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Espetinhos, bombons, copinhos… hmmm

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Produção de morangos – Taquaras/SC

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Passeio à cavalo na Festa do Morango – Rancho Queimado e Taquaras/SC

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Passeio à cavalo na Festa do Morango – Rancho Queimado e Taquaras/SC

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Foto com a madrinha… xiiiis!

É dia de jogo!

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Há dias em que cada pessoa da família está com uma ideia de programação na cabeça. Quando acontece, vai cada um para um lado… Rs

E neste dia, eu e as crianças fomos à 15a. Mostra de Cinema Infantil, enquanto o Beto foi ao Estádio da Ressacada, em Florianópolis.

A Mostra de Cinema Infantil é um evento anual, idealizado e apresentado por Luiza Lins. O evento visa a inclusão social, a educação através do cinema e o desenvolvimento do cinema infantil nacional.

As sessões são gratuitas, divididas por classificação etária e vários dias de programação. Logo após as sessões há debates com os diretores das obras, sorteio de livros infantis e pipoca! É uma festa muito bacana!!

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15a. Mostra de Cinema Infantil – Teatro Pedo Ivo – Florianópolis

Enquanto isso, Beto estava em clima de jogo… é sempre assim quando o Vasco joga! O dia é de preparação, emoção, começa cedo, planejando a ida, afinal, o jogo é “fora de casa”…

É dia de jogo, Vasco X Avaí, no Estádio da Ressacada, próximo ao aeroporto de Florianópolis. Neste jogo, o Avaí levou a melhor, mas o Vasco continua líder do campeonato. Como diz o Beto, “está tudo sob controle”.

Veja abaixo algumas imagens da chegada à Ressacada e de dentro do Estádio. E ainda, neste link um > VÍDEO < (curto) com as emoções do jogo!

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Chegando no Estádio da Ressacada – Vasco X Avaí

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Interior da Ressacada

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“Casa do Avaí”

Beto Carrero: “Eu só saio daqui quando o parque fechar!”

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Viajantes são sempre assim, quando não estão na estrada, vivem pensando no próximo destino ou lembrando e vendo fotos de viagens passadas. Nós e as crianças estávamos olhando no computador a pasta de fotos das férias de final de ano e vimos recordações muito bacanas de um dia no Parque do Beto Carrero.

Já fomos ao parque duas vezes e acredito que uma terceira será inevitável. As crianças sempre pedem! A primeira vez foi em dezembro de 2014, ficamos hospedados num hotel bem próximo, em Penha. Lembro que no segundo dia comentei: “Brincamos pela manhã, almoçamos e retornamos para Florianópolis.” E a resposta das meninas: “Eu só saio daqui quando o parque fechar!” Rsrs

Na segunda visita fizemos um bate e volta. Chegamos pelas 10h e novamente fechamos o parque. É diversão garantida!

O Beto Carrero World está localizado no município de Penha, cidade do litoral norte de Santa Catarina com cerca de 20 mil habitantes. A instalação do parque promoveu o incremento da rede hoteleira e o aumento do número de restaurantes da cidade, que chega a receber 100 mil turistas durante a alta temporada.

De Florianópolis, onde fica o aeroporto, são cerca de 120 Km. A partir daí, a forma mais prática é alugar um carro e dirigir pela BR 101 até a saída 106, acesso à SC 414, percorrendo mais 8 Km até o parque. Outra opção é utilizar o aeroporto de Navegantes, distante apenas 11 Km do parque.

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Chegando no Beto Carrero World!!! 🙂

Fomos de carro as duas vezes e deixamos o carro no estacionamento do Beto Carrero, pagando pela diária R$30,00/carro. Os valores dos ingressos variam de acordo com a faixa etária e compramos antecipadamente neste site. É possível comprar na hora, mas preferimos ganhar tempo, pois as crianças já chegam ansiosas.

A abertura da bilheteria ocorre 30 minutos antes da abertura dos portões, às 9h. Às 18h o parque fecha e já começam os avisos de que às 19h as atividades se encerram completamente.

Alguns serviços e atrações são pagas à parte: alimentação, estacionamento e guarda-volumes, o almoço/espetáculo Excalibur, o “Portal da Escuridão”, a pista de kart, o passeio no “Super Carros” e o voo panorâmico de helicóptero.

Logo que entramos, pegamos nossos mapas de bolso e a primeira coisa que fizemos foi reservar o espetáculo Excalibur (com almoço incluído), uma competição entre cavaleiros medievais, com limite de espectadores, pois assim que entramos na arena, escolhemos a cor da nossa bandeira para torcermos pelo cavaleiro correspondente enquanto almoçamos! Divertido e emocionante!

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Excalibur – imagem site Beto Carrero World

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Excalibur – competição entre cavaleiros (imagem da internet)

Há outras opções para almoço no parque, como a praça de alimentação e o restaurante do Velozes e Furiozos, e também uma churrascaria com buffet livre, lanchonetes e sorveterias.

Há brinquedos para todas as idades, mas sempre devemos estar atentos às orientações de altura mínima em algumas atrações. Na Tigor Mountain, a Natália (aos 5 anos) não pôde ir porque ainda não tinha altura minima de 1,20m. Mas quando completou seis anos já pôde, e foi toda feliz!

A brincadeira é garantida também para os adultos, com montanhas russas e a temida Big Tower… só de lembrar, deu um frio na barriga! Mas a maior parte do tempo, dedicamos às pequenas que, além dos brinquedos, adoram subir nas estátuas e abraçar personagens que passeiam pelo parque.

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Montanha russa Fire Whip (imagem site Beto Carrero World)

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Madagascar Crazy River – pra quem gosta de se molhar!

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Natália e o Alex (do filme Madagascar)

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Marina e o pirata – tem uma passagem secreta na barba dele!

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Na ponte para a Ilha dos Piratas

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Frio na barriga no Barco Pirata

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Diversão no Acqua Bolha

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Nos cenários do Velho Oeste… irraaa!

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Um passeio pelo Velho Oeste

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Cowboys do Beto Carrero

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Mas será o Faísca? (cavalo/amigo fiel de Beto Carrero)

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Super botas de cowboy

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Com o Kung Fu Panda

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Emoção no Raskapuska – adoraram!

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Museu do Beto Carrero

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Voando na Triplikland Marisol – faz parte (rs)

Sala dos espelhos – muitas risadas!!!

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Foto clássica no carrossel veneziano 🙂

Quantas lembranças legais!! E tem muito mais… fomos no show Velozes e Furiosos, na roda gigante, as meninas adoraram a Splash Mountain e o espetáculo Blum e passeamos na Ferrovia DinoMagic que foi muito legal! E recomendamos assistir ao espetáculo O Sonho do Cowboy!!! Mas vamos deixar as imagens para outro post…:)

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Mapa do parque Beto Carrero World

Soubemos de mais uma novidade: no início de 2016, o parque lançou um aplicativo oficial para celulares Android e IOS, disponível AQUI. Nele você pode visualizar o mapa e as atrações do Beto Carrero World pelo seu celular. Super prático!

Visita ao MON – Museu Oscar Niemeyer em Curitiba

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Visitar museus e exposições está entre as nossas programações com as crianças quando viajamos. Elas já estão bastante acostumadas. Sabem que não devemos tocar em nada, a não ser em obras interativas, sabem que podemos tentar entender a ideia que o artista quis transmitir e que na placa próximo à obra têm as informações que respondem algumas de nossas perguntas… Ah, e já ficam contando com o lanche depois do passeio. Rsrs

Aproveitamos o final de semana prolongado e partimos de carro de Florianópolis para aproveitar a capital paranaense. Temos parentes que moram em São José dos Pinhais, cidade vizinha, distante cerca de 15 Km de Curitiba. Fomos prestigiar o aniversário do nosso sobrinho.

Saindo de Florianópolis, logo após a ponte já podemos avistar as primeiras placas que indicam Curitiba. Pegamos a BR 101 e “seguimos reto toda vida”, passando por 4 pedágios (total gasto R$9,20) e depois de cerca de 3h, chegamos!

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Beto e a tradicional parada na estrada para um pastel com caldo de cana

O primeiro dia foi de festa em torno da churrasqueira. No fogo, uma bela costela envolta em 4Kg de sal! Maravilhosa (tente fazer isso em casa)! O sol lá fora, mas muito frio pros nossos gostos, em torno de 17 graus – calor só o humano mesmo. Enfim, curtimos o dia em família!

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Costela envolta em sal – muito bom!

No outro dia programamos uma visita ao Museu do Olho, como é conhecido devido a sua estrutura de concreto e vidro nesse formato. Dia chuvoso, sensação de mais frio ainda… nada de ficar em casa, pois era o dia perfeito para um passeio ao museu.

MON – Museu Oscar Niemeyer

Construção linda e interessante! O edifício foi projetado em 1967, pelo próprio Oscar Niemeyer, para ser sede de órgãos do governo. Somente em 2002 foi denominado Novo Museu, sendo reformado e adaptado para tal função, recebe o anexo que lembra um olho, também de Niemeyer. Posteriormente, em julho de 2003, é reinaugurado como Museu Oscar Niemeyer.

Além dos espaços de exposições, há o Centro de Documentação e Referência, com publicações e periódicos para pesquisa, o setor de Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo normas internacionais, o auditório com capacidade para 340 pessoas. onde costumam acontecer apresentações musicais e ainda um salão de eventos com capacidade para 500 pessoas.

Para os adeptos dos passeios ao ar livre, soubemos que na área externa, com grandes extensões de grama, é possível levar até animais de estimação. Mas como nesse dia chovia muito, as crianças correram e brincaram no vão livre mesmo…

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Chegada ao “Museu do Olho” – Curitiba

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Museu do Olho ou Museu Oscar Niemeyer (MON) – Curitiba

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Vão livre do MON – segundo maior do Brasil!

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Elisa fazendo pose e frente ao painel de Oscar Niemeyer

O museu está localizado no Centro Cívico. Como estávamos de carro e com parentes que conhecem a região, nosso esforço foi pouco para chegar até o MON. Mas há opções como ir de táxi ou pegar o ônibus da Linha de Turismo. Ou ainda optar por uma das linhas de ônibus com pontos de parada próximo ao MON. Você pode ver neste link os detalhes de COMO CHEGAR AO MON.

Faça também uma VISITA VIRTUAL 3D!

Uma vez na recepção, enquanto aguardamos na fila observamos a MON Loja, com produtos do museu, e o MON Café . Vai bem um cafezinho nesse frio de Curitiba.

INGRESSOS E FUNCIONAMENTO

O MON abre de terça-feira a domingo, de 10h às 18h. Toda quinta-feira o museu fica aberto até às 20h e com entrada gratuita entre às 18h e 20h.

Os ingressos são vendidos até as 17h30, custam R$12,00 a inteira e R$6,00 a meia para estudantes e professores com identificação e também para quem tem a carteira de doador de sangue.

Entrada gratuita: para menores de 12 anos, maiores de 60 e grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas. E todo primeiro domingo do mês!

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Fila para comprar o ingresso… grandinha, mas rápida 🙂

ACERVO

Há obras de arte contemporânea e mostras temporárias que abrangem artes visuais, arquitetura e urbanismo e design. Uma das primeiras exposições que vimos foi a que conta sobre a vida e a obra de Oscar Niemeyer. Mas há principalmente obras de artistas paranaenses e outros artistas bastante conhecidos.

Visitas à museus são muito bacanas e também bastante cansativas. Mas o mais legal é poder visitar esses espaços toda vez que visitamos a cidade (qualquer cidade) e poder apreciar obras diferentes.

Nessa visita, nos surpreendemos ao saber que lá estão expostas algumas das obras apreendidas na “operação Lava Jato” e que estão sob a guarda do MON. Bateu aquela curiosidade… rsrs

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Visão geral de dentro do olho, observe o formato do teto

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Obra de Isidro Blasco, Espanha (1962)

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As crianças conhecendo Niemeyer

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Maquete da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Aparecida, de Brasília

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Pátio das Esculturas (MON)

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MON Loja

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MON Café

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Arquitetura e design do edifício do MON

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Para informações e deixar seus pertences enquanto passeia…

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Visão geral de dentro do olho, exposições

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

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Detalhe do teto, feio com milhares de plaquinhas de alumínio

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

Adoramos a visita ao MON, é um ótimo passeio com as crianças, é possível fazer piquenique, correr para todo lado e provocar a imaginação e até mesmo o senso crítico.  Elas adoram!

No outro dia, dia de voltar para casa, ainda aquela chuva!  Seguimos seguros! ❤

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Descendo a serra entre o Paraná e Santa Catarina

Nós e as crianças em Inhotim – parte 2

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PARTE 1 e PARTE 2

Nossa viagem à Inhotim foi tão rica, que dividimos o post em “parte 1” e “parte 2”. Essa experiência aconteceu em apenas um dia de visitação ao Instituto. Chegamos no parque bem cedo, no horário de abertura, às 9h30 e só saímos quando fechou.

Aproveitamos muito, hora no tempo das crianças, hora no nosso tempo. É claro que as meninas queriam sempre as obram em que elas podiam interagir, tocar, experimentar…:)

Na “parte 1” falamos sobre o nosso itinerário, como chegar, hospedagem, características de Inhotim e contamos sobre algumas instalações que visitamos.

E agora, na “parte 2”, vamos continuar contando sobre outras obras que visitamos que foram tão especiais quanto as primeiras. Então lá vai…

As crianças ficaram fascinadas com “as bolas espelhadas” boiando sobre um espelho d’água, misturadas à vegetação. Era Narcissus Garden, obra de Yayoi Kusama, formada por bolas de aço inoxidável que formam um “tapete cinético”, segundo a artista, que mudam de forma de acordo com o vento e refletem a paisagem e as pessoas. Como essa é uma nova edição da obra, sugerimos que você conheça a história da primeira edição. É realmente uma artista de grande sensibilidade.

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“Narcissus Garden”, de Yayoi Kusama (1966) – Instituto Inhotim – Brasil

Então, em nossa caminhada passamos por essa árvore surpreendente… “A árvore tá voando, olha, mãe, pai!” Na verdade, Elevazione é uma grande árvore de metal e está presa ao chão por pés de aço. As árvores a sua volta, com tempo irão crescer como se à sustentassem. Mas parece mesmo que está voando… Rsrs

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Beto e a “Elevazione”, do artista italiano Giuseppe Penone (2000)

E quando menos esperávamos, estávamos num labirinto de plantas como num conto de fadas! Era Vegetation Room Inhotim, de Cristina Iglesias, uma obra que mistura arquitetura e escultura e desafia nosso senso de localização e pertencimento. O seu exterior dá uma sensação de ilusão ou amplitude (não sei ao certo), uma caixa de espelhos refletindo a mata atlântica pode por vezes nos confundir… fascinante!

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“Vegetation Room Inhotim”, de Cristina Iglesias (2010 – 2012)

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Vista externa “Vegetation Room Inhotim” – Quem vem lá…

Você já visitou Inhotim? Conheceu algumas dessas obras? Conte pra gente como foi!!

E o bacana depois desse dia incrível – não me canso de dizer que Inhotim é incrível – é sair de lá depois que os portões se fecham e ainda poder curtir um passeio à cavalo no nosso hotel fazenda…

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Hotel Fazenda Horizonte Belo – Brumadinho – MG/Brasil

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Vista do hotel fazenda… cidade linda!

O que as crianças aprendem quando viajam: 9 transformações

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Nesse dia das mães participamos da blogagem coletiva promovida pelo site “Viagem que Sonhamos” e falamos sobre o que as crianças aprendem quando viajam desde pequenos… as memórias das vivências em família os acompanham pela vida! Confira! (https://www.facebook.com/ViagensSonhamos/?rc=p)

Leve na bagagem

Viajar é sair da rotina, respirar novos ares, ver a nossa casa “de fora”. Uma aventura pessoal que pode ser transformadora. E se for com as crianças então…

São diversos os efeitos que acometem as crianças que viajam. Com seus olhares curiosos, vão trazendo questionamentos e percebendo as diferenças entre a sua cultura e estilo de vida e a cultura e o estilo de vida de outras pessoas, ou ainda daquele lugar que não é a casa delas.

É fato que a “vivência” é sempre mais rica do que apenas ouvir da professora na escola ou assistir pela televisão. E pode ser uma viagem para bem pertinho, num parque da cidade, num museu, num bairro vizinho, numa cidade vizinha, ou até mais longe, em outros países. A viagem acontece dentro das nossas cabeças.

Em uma viagem de Brasília para Florianópolis, de carro, quando passávamos por Uberlândia, uma de nossas crianças perguntou: “Aqui nesse país se…

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Viaje sempre, mesmo sozinho(a)!

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Pesquisas já mostraram que viajar traz mais felicidade do que comprar qualquer bem material. Isso por causa das experiências individuais que temos enquanto viajamos e que podem ser transformadoras.

Em nome da praticidade no nosso dia a dia, tendemos a fazer as coisas sempre de maneira parecida. O que leva aos mesmos acontecimentos, com algumas variações. Mas quando você está viajando, você sai da rotina, respira novos ares, experimenta novos olhares, sobre você mesmo e sobre sua vida.

Viajar sozinho(a) proporciona o exercício de auto conhecimento, pois tudo vai depender somente de você. Suas escolhas serão só suas. Suas escolhas serão suas decisões, e não uma sentença. Vários dos seus sentidos que estavam ali, adormecidos, serão provocados e trarão sensações inesquecíveis.

No começo pode parecer estranho… silêncio, ninguém veio te acordar, não há ninguém à sua espera, tudo depende de você. Não há para quem expor suas pequenas frustrações matutinas…

Você terá que resolver seus problemas, seu roteiro, seus horários, levantar e se mexer para que as coisas aconteçam. E já que você viajou, mas voltará, esse tempo “out” merece ser vivido em sua totalidade! Então, action!! 🙂

Se mexer dá trabalho! Estar sozinho pode causar inquietação. Mas como tudo na vida, precisamos dar o tempo de nos adaptarmos. Bendito tempo!

Então a medida que você percebe o quanto é agradável a sua companhia, você relaxa e passa a perceber as suas reações diante das mais variadas situações. O fato de estar “fora de casa” já sugere desprendimento, então você tem a possibilidade de experimentar as suas mudanças de atitude. Mais de você mesmo. Você passa a se auto conhecer!

O que vale é aproveitar os momentos consigo mesmo, curtir a sua companhia, sem pressa, você verá que se você se calar, poderá passar despercebido, e se dispuser e se abrir e conversar com pessoas a sua volta, as possibilidades são incríveis!

Viajar propicia conhecimento, em todos os sentidos. Conhecimento nos dá a sensação de satisfação, conforto, empoderamento. E que tal sabermos mais de nós mesmos e assim podermos transmitir nossos saberes?

E o resto é história! São suas aventuras, suas novas amizades, novas experiências, e o(a) novo(a) você!

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Reinventando a viagem – Urubici

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Partimos em uma quinta-feira quente e ensolarada rumo a Urubici, na serra catarinense. De Florianópolis para Urubici temos duas possibilidades de rota: a primeira rota é seguindo pela BR 282, percorrendo 169 Km, passando pelas cidades de Rancho Queimado, Alfredo Wagner e Bom Retiro; e a segunda rota, percorrendo 242 Km indo até Tubarão e seguindo pela Serra do Rio do Rastro, passando pelas cidades de Orleans, Bom Jardim da Serra e Pericó. E finalmente Urubici!!

Optamos por ir pela Serra do Rio do Rastro… você conhece? Um cenário belo e desafiador! São 284 curvas – conhecidas como cotovelos, por serem muito fechadas – em apenas 25 Km de estrada, onde circulam vagarosamente carros, caminhões, ciclistas, motociclistas, e até andarilhos… é impressionante!

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Serra do Rio do Rastro – Santa Catarina

Urubici fica a uma altitude de 915 m acima do nível do mar e podemos ir até lá em várias ocasiões, durante as estações quentes e aproveitar as cachoeiras ou durante as estações frias e curtir um verdadeiro frio catarinense.

Paramos várias vezes para contemplar a paisagem

E como viagens podem ser cheias de imprevistos…

Uma típica viagem de feriadão. Era um dia bem quente e ensolarado. Como sempre, conferimos o aplicativo de celular que informa o clima do destino. E lá dizia: chuva! Sem acreditar que aquele solzão seria encoberto por uma imensa e úmida nuvem, e teimosos que somos, levamos nossas roupas de banho! Pra quê?!

Assim que chegamos na cidade, nos instalamos na pousada, um calor, nos aprontamos para passear pelo centrinho, jantar e… CABRUM! Vem a nuvem chover sobre Urubici… A dita nuvem nos acompanhou por todo o dia seguinte e ganhou até um nome, Clô (de cloud, em inglês). Rsrs

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Dia chuvoso – paisagem próximo ao centro de Urubici

Aí, sabe aquela viagem pra tomar banho de cachoeira? Tivemos que reinventar! Compramos  alguns agasalhos – sim, o frio é frio mesmo – e plano B em ação…

Conhecemos restaurantes lindos e lojas com artesanatos lindos. Tudo muito aconchegante e de bom gosto. Aliás, a cidade é um brinco. Mesmo com 96% de ocupação dos hotéis e pousadas, circulávamos livremente, sem lotações ou trânsito. Isso se explica pela variedade de instalações da cidade, com pousadas no centro e outras de altitude, super charmosas e que nem dá vontade de sair.

Aproveitamos para utilizar as áreas públicas da cidade. Quando a chuva deu uma trégua, as crianças até brincaram nos brinquedos da praça. Mas logo um morador sabido anuncia: “Vamos embora porque vai chover de novo…” Achamos que seriam alguns pingos de chuva. Que nada… precisamos correr, foi um toró! Ai, ai… Rsrs

Então, ficamos sabendo que acontecia ali perto, a 60 Km, em São Joaquim, a Festa da Maçã, e fomos conferir. Um clima rural, bem parecido com Urubici, uma festa cheia de… maçãs! De todos os tamanhos, desde aquelas que se pareciam com uma acerola, até a maior de todas, com cerca de 800 g, parecendo um mamão papaya. Há também um pavilhão para os artesãos locais, onde vendem-se produtos feitos de maçã e artesanato.

Festa da Maçã – São Joaquim/SC

Bem ao lado acontecia uma festa de rodeio, com leilão de lotes de cavalos e gado, e do outro lado da cerca, cavaleiros (peões) com seus laços girando no alto de suas cabeças laçavam bezerros que corriam e pareciam um tanto “assustados”… a sensação é um misto de achar que é interessante por ser a cultura de um povo e “ai que dó”!

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Após saborearmos os quitutes locais, voltamos para Urubici. A música embalava nosso retorno, as crianças dormindo e a dita nuvem “Clô” nos acompanhava…

A noite, mais um super charmoso restaurante, boas companhias e founde, harmonizado com cervejas locais… hmmm

Igreja Matriz de Urubici e Vovô Delman e Tia Laura, companheiros de viagem

Dia seguinte! Dia de voltar para casa, com aquele tempo chuvoso, resolvemos partir pela primeira rota com uma parada para almoço em Rancho Queimado. Estrada linda, cheia de araucárias e quem veio nos prestigiar? O sol!! 🙂

Ótimo passeio, novos lugares, novos ares e reflexões… Pois é, viajando aprendemos de tudo um pouco. No último momento refazer nossas motivações para viajar, sempre ter um plano B e confiar no aplicativo do clima… Rsrs

Precisamos voltar para um banho de cachoeira!

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Amigo de Viagem