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Coza Nossa – um tour em Floripa

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Fazer turismo na nossa cidade também vale, né? Dia desses fomos com as crianças fazer um tour num dos bairros de Florianópolis. Esse tour é uma proposta muito bacana do Guia Manezinho, do Rodrigo Stüpp, que é guia de turismo profissional, junto com a Cervejaria Cozalinda, e visa mostrar nossa Floripa com aquele olhar nativo…“coza masx quirida”.

O que me chamou a atenção para esse passeio foi a intenção do projeto, de valorizar a cultura da nossa cidade por meio do turismo de experiência com moradores, preservando e levando adiante as nossas histórias e estórias. Muito bom!

Nosso ponto de encontro foi na Cervejaria Cozalinda, no bairro de Coqueiros. De lá, o grupo atravessou a rua e se acomodou no gramado da Praia de Coqueiros bem em frente ao bar. Era um fim de tarde lindo. Enquanto admirávamos a vista, ouvíamos as histórias do Guia Manezinho.

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Tour Coza Nossa na Praia de Coqueiros

O tema desse tour é “Franklin Cascaes e as Bruxas”. Franklin Cascaes era um manezinho da ilha (termo popularmente utilizado para designar os nativos de Florianópolis), professor e folclorista, que se empenhou muito em registrar as crenças e costumes do povo ilhéu em centenas de cadernos preenchidos, gravações e também uma coleção de gravuras e esculturas .

O folclorista registrou o cotidiano de pescadores, rendeiras e agricultores. Mas as histórias de bruxas são as que mais chamam a atenção, diz que vieram com os supersticiosos açorianos na época da colonização, no século XVIII.

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Gravura “Congresso Bruxólico”, Franklin Cascaes (1970)

Na segunda parte do tour, o grupo fez uma caminhada até Itaguaçu, onde conhecemos um pouco mais da origem de Cascaes e a história do “salão das bruxas” – que conta que as bruxas fizeram uma grande festa e não convidaram o diabo. Ele ficou sabendo, foi até o local da festa e, com raiva, transformou cada uma das bruxas em pedra… essa história deu nome à uma formação de rochas na beira do mar, bem ali na Praia de Itaguaçu.

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Caminhada de Coqueiros à Itaguaçu

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Homenagem à Franklin Cascaes

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O pôr do sol em Itaguaçu

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Ouvindo a história do “salão das bruxas”

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O salão das bruxas na Praia de Itaguaçu

É isso aí, pessoal! Sempre que temos oportunidade participamos de eventos como o Tour Coza Nossa, porque o turismo a gente também faz viajando pela cultura da nossa cidade. E depois transmitindo esse conhecimento às pessoas que vem nos visitar!

🙂

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Visita ao MON – Museu Oscar Niemeyer em Curitiba

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Visitar museus e exposições está entre as nossas programações com as crianças quando viajamos. Elas já estão bastante acostumadas. Sabem que não devemos tocar em nada, a não ser em obras interativas, sabem que podemos tentar entender a ideia que o artista quis transmitir e que na placa próximo à obra têm as informações que respondem algumas de nossas perguntas… Ah, e já ficam contando com o lanche depois do passeio. Rsrs

Aproveitamos o final de semana prolongado e partimos de carro de Florianópolis para aproveitar a capital paranaense. Temos parentes que moram em São José dos Pinhais, cidade vizinha, distante cerca de 15 Km de Curitiba. Fomos prestigiar o aniversário do nosso sobrinho.

Saindo de Florianópolis, logo após a ponte já podemos avistar as primeiras placas que indicam Curitiba. Pegamos a BR 101 e “seguimos reto toda vida”, passando por 4 pedágios (total gasto R$9,20) e depois de cerca de 3h, chegamos!

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Beto e a tradicional parada na estrada para um pastel com caldo de cana

O primeiro dia foi de festa em torno da churrasqueira. No fogo, uma bela costela envolta em 4Kg de sal! Maravilhosa (tente fazer isso em casa)! O sol lá fora, mas muito frio pros nossos gostos, em torno de 17 graus – calor só o humano mesmo. Enfim, curtimos o dia em família!

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Costela envolta em sal – muito bom!

No outro dia programamos uma visita ao Museu do Olho, como é conhecido devido a sua estrutura de concreto e vidro nesse formato. Dia chuvoso, sensação de mais frio ainda… nada de ficar em casa, pois era o dia perfeito para um passeio ao museu.

MON – Museu Oscar Niemeyer

Construção linda e interessante! O edifício foi projetado em 1967, pelo próprio Oscar Niemeyer, para ser sede de órgãos do governo. Somente em 2002 foi denominado Novo Museu, sendo reformado e adaptado para tal função, recebe o anexo que lembra um olho, também de Niemeyer. Posteriormente, em julho de 2003, é reinaugurado como Museu Oscar Niemeyer.

Além dos espaços de exposições, há o Centro de Documentação e Referência, com publicações e periódicos para pesquisa, o setor de Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo normas internacionais, o auditório com capacidade para 340 pessoas. onde costumam acontecer apresentações musicais e ainda um salão de eventos com capacidade para 500 pessoas.

Para os adeptos dos passeios ao ar livre, soubemos que na área externa, com grandes extensões de grama, é possível levar até animais de estimação. Mas como nesse dia chovia muito, as crianças correram e brincaram no vão livre mesmo…

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Chegada ao “Museu do Olho” – Curitiba

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Museu do Olho ou Museu Oscar Niemeyer (MON) – Curitiba

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Vão livre do MON – segundo maior do Brasil!

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Elisa fazendo pose e frente ao painel de Oscar Niemeyer

O museu está localizado no Centro Cívico. Como estávamos de carro e com parentes que conhecem a região, nosso esforço foi pouco para chegar até o MON. Mas há opções como ir de táxi ou pegar o ônibus da Linha de Turismo. Ou ainda optar por uma das linhas de ônibus com pontos de parada próximo ao MON. Você pode ver neste link os detalhes de COMO CHEGAR AO MON.

Faça também uma VISITA VIRTUAL 3D!

Uma vez na recepção, enquanto aguardamos na fila observamos a MON Loja, com produtos do museu, e o MON Café . Vai bem um cafezinho nesse frio de Curitiba.

INGRESSOS E FUNCIONAMENTO

O MON abre de terça-feira a domingo, de 10h às 18h. Toda quinta-feira o museu fica aberto até às 20h e com entrada gratuita entre às 18h e 20h.

Os ingressos são vendidos até as 17h30, custam R$12,00 a inteira e R$6,00 a meia para estudantes e professores com identificação e também para quem tem a carteira de doador de sangue.

Entrada gratuita: para menores de 12 anos, maiores de 60 e grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas. E todo primeiro domingo do mês!

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Fila para comprar o ingresso… grandinha, mas rápida 🙂

ACERVO

Há obras de arte contemporânea e mostras temporárias que abrangem artes visuais, arquitetura e urbanismo e design. Uma das primeiras exposições que vimos foi a que conta sobre a vida e a obra de Oscar Niemeyer. Mas há principalmente obras de artistas paranaenses e outros artistas bastante conhecidos.

Visitas à museus são muito bacanas e também bastante cansativas. Mas o mais legal é poder visitar esses espaços toda vez que visitamos a cidade (qualquer cidade) e poder apreciar obras diferentes.

Nessa visita, nos surpreendemos ao saber que lá estão expostas algumas das obras apreendidas na “operação Lava Jato” e que estão sob a guarda do MON. Bateu aquela curiosidade… rsrs

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Visão geral de dentro do olho, observe o formato do teto

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Obra de Isidro Blasco, Espanha (1962)

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As crianças conhecendo Niemeyer

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Maquete da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Aparecida, de Brasília

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Pátio das Esculturas (MON)

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MON Loja

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MON Café

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Arquitetura e design do edifício do MON

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Para informações e deixar seus pertences enquanto passeia…

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Visão geral de dentro do olho, exposições

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

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Detalhe do teto, feio com milhares de plaquinhas de alumínio

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

Adoramos a visita ao MON, é um ótimo passeio com as crianças, é possível fazer piquenique, correr para todo lado e provocar a imaginação e até mesmo o senso crítico.  Elas adoram!

No outro dia, dia de voltar para casa, ainda aquela chuva!  Seguimos seguros! ❤

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Descendo a serra entre o Paraná e Santa Catarina

Nós e as crianças em Inhotim – parte 2

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PARTE 1 e PARTE 2

Nossa viagem à Inhotim foi tão rica, que dividimos o post em “parte 1” e “parte 2”. Essa experiência aconteceu em apenas um dia de visitação ao Instituto. Chegamos no parque bem cedo, no horário de abertura, às 9h30 e só saímos quando fechou.

Aproveitamos muito, hora no tempo das crianças, hora no nosso tempo. É claro que as meninas queriam sempre as obram em que elas podiam interagir, tocar, experimentar…:)

Na “parte 1” falamos sobre o nosso itinerário, como chegar, hospedagem, características de Inhotim e contamos sobre algumas instalações que visitamos.

E agora, na “parte 2”, vamos continuar contando sobre outras obras que visitamos que foram tão especiais quanto as primeiras. Então lá vai…

As crianças ficaram fascinadas com “as bolas espelhadas” boiando sobre um espelho d’água, misturadas à vegetação. Era Narcissus Garden, obra de Yayoi Kusama, formada por bolas de aço inoxidável que formam um “tapete cinético”, segundo a artista, que mudam de forma de acordo com o vento e refletem a paisagem e as pessoas. Como essa é uma nova edição da obra, sugerimos que você conheça a história da primeira edição. É realmente uma artista de grande sensibilidade.

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“Narcissus Garden”, de Yayoi Kusama (1966) – Instituto Inhotim – Brasil

Então, em nossa caminhada passamos por essa árvore surpreendente… “A árvore tá voando, olha, mãe, pai!” Na verdade, Elevazione é uma grande árvore de metal e está presa ao chão por pés de aço. As árvores a sua volta, com tempo irão crescer como se à sustentassem. Mas parece mesmo que está voando… Rsrs

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Beto e a “Elevazione”, do artista italiano Giuseppe Penone (2000)

E quando menos esperávamos, estávamos num labirinto de plantas como num conto de fadas! Era Vegetation Room Inhotim, de Cristina Iglesias, uma obra que mistura arquitetura e escultura e desafia nosso senso de localização e pertencimento. O seu exterior dá uma sensação de ilusão ou amplitude (não sei ao certo), uma caixa de espelhos refletindo a mata atlântica pode por vezes nos confundir… fascinante!

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“Vegetation Room Inhotim”, de Cristina Iglesias (2010 – 2012)

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Vista externa “Vegetation Room Inhotim” – Quem vem lá…

Você já visitou Inhotim? Conheceu algumas dessas obras? Conte pra gente como foi!!

E o bacana depois desse dia incrível – não me canso de dizer que Inhotim é incrível – é sair de lá depois que os portões se fecham e ainda poder curtir um passeio à cavalo no nosso hotel fazenda…

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Hotel Fazenda Horizonte Belo – Brumadinho – MG/Brasil

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Vista do hotel fazenda… cidade linda!

Viaje sempre, mesmo sozinho(a)!

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Pesquisas já mostraram que viajar traz mais felicidade do que comprar qualquer bem material. Isso por causa das experiências individuais que temos enquanto viajamos e que podem ser transformadoras.

Em nome da praticidade no nosso dia a dia, tendemos a fazer as coisas sempre de maneira parecida. O que leva aos mesmos acontecimentos, com algumas variações. Mas quando você está viajando, você sai da rotina, respira novos ares, experimenta novos olhares, sobre você mesmo e sobre sua vida.

Viajar sozinho(a) proporciona o exercício de auto conhecimento, pois tudo vai depender somente de você. Suas escolhas serão só suas. Suas escolhas serão suas decisões, e não uma sentença. Vários dos seus sentidos que estavam ali, adormecidos, serão provocados e trarão sensações inesquecíveis.

No começo pode parecer estranho… silêncio, ninguém veio te acordar, não há ninguém à sua espera, tudo depende de você. Não há para quem expor suas pequenas frustrações matutinas…

Você terá que resolver seus problemas, seu roteiro, seus horários, levantar e se mexer para que as coisas aconteçam. E já que você viajou, mas voltará, esse tempo “out” merece ser vivido em sua totalidade! Então, action!! 🙂

Se mexer dá trabalho! Estar sozinho pode causar inquietação. Mas como tudo na vida, precisamos dar o tempo de nos adaptarmos. Bendito tempo!

Então a medida que você percebe o quanto é agradável a sua companhia, você relaxa e passa a perceber as suas reações diante das mais variadas situações. O fato de estar “fora de casa” já sugere desprendimento, então você tem a possibilidade de experimentar as suas mudanças de atitude. Mais de você mesmo. Você passa a se auto conhecer!

O que vale é aproveitar os momentos consigo mesmo, curtir a sua companhia, sem pressa, você verá que se você se calar, poderá passar despercebido, e se dispuser e se abrir e conversar com pessoas a sua volta, as possibilidades são incríveis!

Viajar propicia conhecimento, em todos os sentidos. Conhecimento nos dá a sensação de satisfação, conforto, empoderamento. E que tal sabermos mais de nós mesmos e assim podermos transmitir nossos saberes?

E o resto é história! São suas aventuras, suas novas amizades, novas experiências, e o(a) novo(a) você!

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O que as crianças aprendem quando viajam: 9 transformações

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Viajar é sair da rotina, respirar novos ares, ver a nossa casa “de fora”. Uma aventura pessoal que pode ser transformadora. E se for com as crianças então…

São diversos os efeitos que acometem as crianças que viajam. Com seus olhares curiosos, vão trazendo questionamentos e percebendo as diferenças entre a sua cultura e estilo de vida e a cultura e o estilo de vida de outras pessoas, ou ainda daquele lugar que não é a casa delas.

É fato que a “vivência” é sempre mais rica do que apenas ouvir da professora na escola ou assistir pela televisão. E pode ser uma viagem para bem pertinho, num parque da cidade, num museu, num bairro vizinho, numa cidade vizinha, ou até mais longe, em outros países. A viagem acontece dentro das nossas cabeças.

Em uma viagem de Brasília para Florianópolis, de carro, quando passávamos por Uberlândia, uma de nossas crianças perguntou: “Aqui nesse país se fala português?” Rsrs

Em outra ocasião, quando estávamos em San Andres, na Colômbia, uma delas pergunta: “Como se pede um suco em espanhol?” E com a resposta ela corre em direção ao quiosque na praia.

Momentos assim provocam um sorriso e o sentimento de que sempre vale a pena o esforço da viagem. Porque viajar com crianças é sempre uma situação que exige um pouco mais de dedicação e planejamento e muitos programas infantis no roteiro.

A viagem começa antes da partida, com características e histórias sobre o lugar que será visitado. E as perguntas frequentes: “O primo vai estar lá?”, “A vovó vai também?”, “Posso convidar minha amiga da escola?”… Rsrs

Listamos abaixo algumas das transformações nas crianças que viajam sob a orientação dos seus responsáveis, sob a nossa visão:

1 – Percebem a existência da diversidade de pessoas, paisagens, culturas, comidas, e por aí vai… Descobrindo que o diferente é normal e pode ser muito bacana.

2 – Têm a possibilidade de entrar em contato com um novo idioma, abrindo a mente para as possibilidades de exploração do mundo.

3 – Adaptação à novos lugares, climas e situações, diferentes daquelas que acontecem na segurança do seu núcleo, o que estimula a autoconfiança.

4 – Aprendem a escolher, em momentos da viagem, entre um destino ou outro, um passeio ou outro, desenvolvendo sua autonomia e personalidade desde cedo.

5 – Desenvolvem-se emocionalmente a partir do novo: novos lugares, novas sensações e a coragem de explorar outras situações e se superar.

6 – Desenvolvem um novo olhar sobre suas preferências, o que preferem fazer, onde preferem ir, estimulando a visão crítica sobre suas escolhas e os acontecimentos.

7 – Aprendem sobre as histórias e a cultura dos lugares que visitam e levam consigo essas histórias, enriquecendo ainda mais o aprendizado escolar.

8 – Exercitam o desapego, a medida que abrem mão de algumas atividades corriqueiras para experimentar algo novo.

9 – Estabelecem laços emocionais neste tempo integral com a sua família e que ficarão registrados para sempre e suas vidas.

Viajar permite à criança o desenvolvimento racional, o entendimento e a percepção do espaço, estimula a autonomia em diferentes situações, a colaboração e sua capacidade de reflexão. E ainda proporciona viver experiências inesquecíveis com a família.

Bom, para perto ou para longe, viajar desde cedo proporciona benefícios ao crescimento e à saúde de cada indivíduo. Voltamos sempre cheios de histórias e renovados, até mesmo com um novo olhar sobre nossas vidas.

E você? Já parou para pensar nas mudanças que ocorrem em você quando viaja? Ansiedade, felicidade, animação, movimento, descansa a cabeça mas cansa o corpo… E aquelas transformações mais profundas? Deixe aqui nos comentários as suas impressões!

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*por Elisa Moreira

* Este post também foi publicado em:

Floripinhas Agenda Cultural Infantil

Educação ambiental: aprender brincando, para uma vida mais sustentável

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Como nem todo final de semana é possível viajar, procuramos passeios bacanas perto de casa, para distrair as crianças e gastar suas energias e, porque não, aprender algo que levarão para suas vidas.

Nosso passeio foi no Projeto TAMAR, que fica na Barra da Lagoa, em Florianópolis/SC. Foi um dos passeios que listamos neste post, e que desta vez fomos tirar a prova… E valeu a pena, adoramos! 🙂

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Projeto TAMAR – Florianópolis/SC

O Centro de Visitantes do  Projeto TAMAR auxilia no trabalho de conscientização e educação ambiental de visitantes, comunidades e pescadores.

Fizemos uma visita guiada e pudemos ver nos tanques de observação quatro das cinco espécies de tartarugas marinhas que desovam no Brasil. A quinta espécie é a tartaruga gigante, que é realmente grande e segundo a instrutora não há espécimes em cativeiro, é encontrada apenas no mar.

O trabalho de educação ambiental é super importante, pois favorece, entre outras coisas, a construção de valores sociais essenciais à qualidade de vida e à sustentabilidade do meio ambiente. É feito de forma lúdica para adultos e crianças que podem ver na prática um pouco do que acontece nesse mundão que é o mar.

E além do mais, é muito legal brincar enquanto aprende…

A educação ambiental é tão importante que desde 1999 o termo é regido por uma lei, a Lei nº 9795/1999, que trata da Política Nacional de Educação Ambiental. No site o Ministério do Meio Ambiente (MMA) podemos ver alguns dos seus conceitos.

A nossa visita foi no Projeto TAMAR de Floripa, veja como chegar, mas tem outros tantos espalhados pela costa brasileira, busque o que está mais próximo de você e vá até lá!

Sabe o que também foi muito bacana? Depois da nossa visita, fomos à praia!! Andamos alguns poucos metros, tomamos um caldo de cana geladinho e tchibum!! Naquele calor, foi incrível!!!