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Coza Nossa – um tour em Floripa

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Fazer turismo na nossa cidade também vale, né? Dia desses fomos com as crianças fazer um tour num dos bairros de Florianópolis. Esse tour é uma proposta muito bacana do Guia Manezinho, do Rodrigo Stüpp, que é guia de turismo profissional, junto com a Cervejaria Cozalinda, e visa mostrar nossa Floripa com aquele olhar nativo…“coza masx quirida”.

O que me chamou a atenção para esse passeio foi a intenção do projeto, de valorizar a cultura da nossa cidade por meio do turismo de experiência com moradores, preservando e levando adiante as nossas histórias e estórias. Muito bom!

Nosso ponto de encontro foi na Cervejaria Cozalinda, no bairro de Coqueiros. De lá, o grupo atravessou a rua e se acomodou no gramado da Praia de Coqueiros bem em frente ao bar. Era um fim de tarde lindo. Enquanto admirávamos a vista, ouvíamos as histórias do Guia Manezinho.

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Tour Coza Nossa na Praia de Coqueiros

O tema desse tour é “Franklin Cascaes e as Bruxas”. Franklin Cascaes era um manezinho da ilha (termo popularmente utilizado para designar os nativos de Florianópolis), professor e folclorista, que se empenhou muito em registrar as crenças e costumes do povo ilhéu em centenas de cadernos preenchidos, gravações e também uma coleção de gravuras e esculturas .

O folclorista registrou o cotidiano de pescadores, rendeiras e agricultores. Mas as histórias de bruxas são as que mais chamam a atenção, diz que vieram com os supersticiosos açorianos na época da colonização, no século XVIII.

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Gravura “Congresso Bruxólico”, Franklin Cascaes (1970)

Na segunda parte do tour, o grupo fez uma caminhada até Itaguaçu, onde conhecemos um pouco mais da origem de Cascaes e a história do “salão das bruxas” – que conta que as bruxas fizeram uma grande festa e não convidaram o diabo. Ele ficou sabendo, foi até o local da festa e, com raiva, transformou cada uma das bruxas em pedra… essa história deu nome à uma formação de rochas na beira do mar, bem ali na Praia de Itaguaçu.

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Caminhada de Coqueiros à Itaguaçu

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Homenagem à Franklin Cascaes

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O pôr do sol em Itaguaçu

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Ouvindo a história do “salão das bruxas”

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O salão das bruxas na Praia de Itaguaçu

É isso aí, pessoal! Sempre que temos oportunidade participamos de eventos como o Tour Coza Nossa, porque o turismo a gente também faz viajando pela cultura da nossa cidade. E depois transmitindo esse conhecimento às pessoas que vem nos visitar!

🙂

Turistando por Santa Catarina

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Nosso dia a dia é corrido, trabalho, filhos, muitos afazeres. É tão corrido que vários momentos passam despercebidos… Isso se você não mora em Santa Catarina! Rs
Aqui em nosso estado temos tanta beleza e diversidade que esses “momentos despercebidos” são quebrados pela paisagem natural exuberante, pelos contrastes culturais, pela proximidade de áreas urbanas e rurais… Quanto encantamento!
Toda essa beleza se reflete em suspiros durante nossos dias de correria, proporcionando a sensação de presença e pertencimento, de qualidade de vida mesmo. E o melhor é que não precisamos parar para desfrutar, porque está tudo à nossa volta, diante dos nossos olhos. São instantes preciosos. Basta olharmos para o lado e contemplar, diariamente.
No dia a dia e até mesmo quando viajamos por Santa Catarina, sempre pensamos na experiência que teremos lá, no destino. Mas os preparativos para sair e o percurso tem a sua graça. Cada vez mais aprecio cada um desses instantes…
E porque não registrá-los!? Uma pequena parada, minutos, ou de dentro do carro, vale o registro! E então, as imagens falam por si…
🙂
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Orla de São José

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Coqueiros

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… pela Ponte Hercílio Luz

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… dia de chuva, pela Ponte Colombo Salles, único acesso por terra à ilha

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Túnel para a Via Expressa Sul, sob o Morro do Agudo

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… dentro do túnel…

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Bairro Fazenda Santo Antônio, São José

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Anoitecer na Pedra Branca, Palhoça

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Pedra Branca e Morro do Cambirela, Palhoça

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Coqueiros

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Dia frio na Lagoa da Conceição

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Praia da Pinheira, fora de temporada

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Começando a subir a Serra Catarinense

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Contemplando a Serra do Rio do Rastro

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Serra do Rio do Rastro

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As araucárias

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Pelas estradas de SC

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Parada para o lanche – pastel com caldo de cana

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Plantações de banana pelo caminho

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… e pelo caminho também é possível comprá-las…

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Descendo a serra para SC, num dia muito nublado

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Tradição, fogão de lenha, São Bento do Sul

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O charme, heranças da colonização

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No topo das araucárias, a fartura do pinhão

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Arquitetura mudando a paisagem, Pomerode

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O fogão de lenha para esquentar…

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Inverno ensolarado…

 

Café Colonial em Santo Amaro da Imperatriz

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Há tempos, viajantes e turistas, ao chagarem tarde da noite em cidades pouco movimentadas, eram recebidos por colonos que lhes ofereciam algo de comer e um leito para pernoitar. Naquela época não haviam hotéis ou restaurantes…

Já era um hábito dos colonos, agricultores moradores dessas localidades, desfrutar o café matinal, reforçado, representado pela mesa farta do colono, pois essa refeição lhe proporcionaria a energia necessária para o trabalho ao longo do dia.Com o passar dos anos – quando já haviam restaurantes – além do café matinal, recheado do melhor da culinária germânica, também era oferecido o almoço. O café matinal passou a ser chamado de ‘café com mistura’ e  depois tornou-se conhecido em todo o Brasil como ‘café colonial’.

E o que tem de tão gostoso no café colonial? 🙂

Muita coisa! Este café de mesa farta, pode ser servido em qualquer momento do dia, com o charme das xícaras e bules e grande variedade de pães de trigo e milho, roscas de polvilho, cucas, queijo, linguiça, morcilha, queijos, nata, requeijão, mel, salsicha bock, rocambole, rabanete e pepino (conservas), apfelstrudel (torta de maçã), schmier (geléias de frutas), wafles, vinho, chocolate quente, café, chás… Tudo de produção própria!

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Café Colonial – mesa farta, delícias alemãs e influências brasileiras

Em Santa Catarina, encontramos o café colonial em cidades da serra e do litoral. Nós visitamos um café colonial servido e um hotel bastante tradicional de Santo Amaro da Imperatriz, o Hotel Caldas da Imperatriz, localizado em uma construção do século XIX, onde há também uma sala de banhos termais.

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Santo Amaro da Imperatriz, cidade distante 25 Km do centro de Florianópolis

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Hotel Caldas da Imperatriz, construção do século XIX

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Buffet do Café Colonial, variedade de tortas e bolos

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Close no bolo de banana caramelada

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As crianças adoram se servir a vontade

E você, já experimentou desfrutar um momento como este?

O café colonial é uma tradição da cultura alemã, mas nós brasileiros adoramos. Não tem dia nem horário, independente do clima e da estação, é sempre uma boa ideia. E quanto mais delícias, melhor!!

Além disso, é um ótimo programa para fazer com a família e amigos!! Encontramos alguns por lá… 🙂

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Amigos, adoramos a companhia!

Já estivemos em Santo Amaro da Imperatriz em outra ocasião, no verão… quando visitamos uma cachoeira!

E neste vídeo um pouco da estrada para Santo Amaro da Imperatriz… pé na estrada!

😉

Enoturismo nos Vales da Uva Goethe

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Você sabia que em Santa Catarina temos uma região de fortes tradições italianas? Os Vales da Uva Goethe é um roteiro enoturístico, que compreende as cidades de Urussanga, Pedras Grandes, Morro da Fumaça, Içara e Nova Veneza.

A região foi ocupada por imigrantes italianos no século XIX, que encontraram ali as condições ideais para o cultivo da uva Goethe. Desde então, passaram a cultivar uvas para a produção vinhos e  também suas tradições, configurando as manifestações étnicas que temos hoje.

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Região dos Vales da Uva Goethe

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Parreirais de uva Goethe

Urussanga foi sede da primeira colônia italiana do litoral sul catarinense, e onde foram plantados os primeiros parreirais que deram origem as atividades de vitivinicultura, ou cultivo de uvas e fabricação de vinho para fins comerciais.

A cidade está localizada a cerca de 200 Km da capital, Florianópolis, compondo os Vales numa mescla de clima rural, eventos culturais –  como a tradicional Festa do Vinho, realizada sempre nos anos pares, no mês de agosto -, águas termais, e a proximidade com as Serra do Rio do Rastro e Serra do Corvo Branco.
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Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição – Urussanga, SC

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Uva Goethe

Na região dos Vales da Uva Goethe, você pode desfrutar de passeios à vinícolas, cenário típico de colonização italiana, com arquitetura em casas de pedra centenárias… Veja algumas atrações por cidade:

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• Vista Panorâmica da Antiga Vinícola Caruso Mac Donald, 1913 e da Antiga Vinícola Irmãos Cadorin, 1918

• Visita aos parreirais e vinícolas: Vitivinícola Urussanga, Vinícola Trevisol, Vinícola Mazon, Vinicola De Nonni

• Parque Municipal Ado Cassetari Vieira – Festa do Vinho nos anos pares em agosto

• Estação Ferroviária: sede da ProGoethe e Central de Informações Turísticas

• Praça Anita Garibaldi, Igreja Matriz Nossa Sra. da Conceição (arte sacra e réplica da Pietá, vinda da Itália), Praça Longarone

• Comunidades históricas de Rio Maior e Rio Caeté: patrimônio histórico e processos produtivos artesanais

• Sorveterias Italianas e Pub’s

• Sitio de Equitação

PEDRAS GRANDES

• Parreiral da uva Goethe da família Darcy Quarezemin: maior parreiral de uvas Goethe da região.

• Vista panorâmica da Serra Geral – paisagem com parreirais e vista panorâmica.

MORRO DA FUMAÇA

• Produção de Uva Orgânica

• Vinhos coloniais família Soratto

IÇARA

• Vinhos Quarezemin – Vinícola Industrial em construção em pedra com adega, degustação dos vinhos e eventos gastronômicos programados.

NOVA VENEZA (Colônia Nova Veneza)

• Praça central com Gondola vinda da Itália, Museu, Gastronomia típica

• Barragem do Rio São Bento e contrafortes da Serra Geral rumo a Siderópolis e Treviso.

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Vinho de uva branca Goethe – tim tim!

 Fontes (imagens e informações): Epagri, FAPESC, Vales da Uva Goethe 

câmera, ação e pé na estrada!

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A vida é feita de momentos! Estar presente em cada um deles é o desafio…

Quando viajamos sempre pensamos na experiência que teremos lá, no destino. Mas a viagem começa bem antes, com os preparativos e durante o percurso.

Cada vez mais apreciamos cada uma dessas etapas, desses momentos. E porque não registrá-los!?

Eis o caminho entre Palhoça e Santo Amaro da Imperatriz, em Santa Catarina…

Clique para assistir ao vídeo: Pé na estrada!!

🙂

 

 

Tainha na rede!

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Em Santa Catarina, a tainha é uma iguaria, todo “manezinho da ilha”,  ou quase todo, adora este peixe que já virou até nome de festa! Isso porque a tainha é um peixe de personalidade: de sabor forte e carne branca acinzentada.

Todos os anos ocorre em Santa Catarina, e no Brasil, o período de defeso, que é basicamente a paralisação da temporada da pesca para a preservação das espécies. Em geral, limita-se a um período fixo anual, que pode ir de março a agosto, visando proteger a época de reprodução e a fase em que os peixes jovens atingem certo tamanho e maturidade reprodutiva.

Mas antes de agosto, em meados de maio, a pesca de rede é liberada no litoral catarinense. Antes mesmo de ser liberada para pesqueiros industriais.

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Tainha

CAPTURA DA TAINHA

A captura da tainha é um evento esperado e faz parte de uma prática tradicional dos pescadores artesanais, o “arrastão de praia”. Na Barra da Lagoa, maior colônia de pescadores em Florianópolis, anos atrás tive a oportunidade de presenciar este acontecimento que já virou um ritual. Além dos pescadores, moradores e turistas fazem um mutirão para ajudar a retirar a rede do mar.

A pesca é uma arte! E como toda arte, a pesca da tainha tem suas particularidades. Dizem os pescadores que é uma pesca de ventos. O cardume sobe o litoral com o vento sul. Já o vento nordeste faz com que o cardume encoste nas praias, quando começa a ação.

Acontece assim: os pescadores, antes do amanhecer já estão com seus barcos preparados, atentos aos sinais vindos do mar, da natureza. Alguns deles, pescadores experientes, ficam posicionados em pontos altos, nos costões. Sua missão é avistar o cardume e avisar os outros pescadores que estão na praia.

Imagine avistar um cardume de peixes no mar! Há de se ter o olhar realmente treinado para conseguir identificar a mancha avermelhada ao longe e sinalizar a hora do cerco, orientando seus colegas o momento certo de partir para a captura!

Dado o sinal, os pescadores na praia empurram os barcos para dentro d’água, ligeiro, e posicionam a longa rede no mar. Então, pouco tempo depois, a praia já está cheia de gente querendo ajudar, esperando o momento do arrastão da rede.

E todos fazem força, puxam, um espetáculo! Grande quantidade de peixes na areia da praia! Lindo de ver…

Após a retirada da rede do mar, os peixes são contados e distribuídos entre os pescadores. Uma parte é separada para aqueles que ajudaram no mutirão. A partir daí, peixe fresco nas peixarias, restaurantes, várias maneiras de preparar o fruto. Obrigada mãe natureza!

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“Arrastão de praia” (imagem da internet)

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Mutirão para retirada da rede do mar (imagem da internet)

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Tainha na rede (imagem da internet)

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Tainhas capturadas (imagem da internet)

APRECIANDO UMA TAINHA

Quando chega essa época do ano, de frio, já sabemos que teremos tainha fresca, direto com o pescador na praia, ou na peixaria, e normalmente maiores e mais pesadas que em outras épocas do ano. Compramos as nossas já limpas e preparamos de duas maneiras: assada e escalada.

O preparo da tainha para assar pode variar bastante, com ou sem recheio, apenas com sal, ou até sem nada, fica muito boa. A nossa estava ovada!

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Preparo: tainha assada!

A tainha escalada leva um pouco mais de tempo para preparar. O peixe deve ser cortado pela parte da espinha, que deve ser retirada. Com ela aberta é espalhado o sal, deixando descansar por alguns minutos. Depois, tira-se o excesso de sal e assim ela deve permanecer por cerca de 10 horas, ou de um dia para o outro. Hoje em dia, é conservada na geladeira, em refratário fechado, mas antigamente o peixe descansava ao luar… Rsrs

Depois é só assar, no forno ou churrasqueira, ou ainda fritar. Parece carne seca, mas de peixe. Ah, e vai bem com tudo, salada, arroz com feijão, pirão de peixe… Tainha escalada, nossa carne seca do mar, fica boa até depois de fria. Um bom petisco, acompanhado de uma cervejinha, então! 😉

Para quem gosta de tainha, uma delícia, um momento esperado!

E você, gosta de tainha?  Qual a sua preparação favorita? 🙂

Este post foi publicado também em:

Visita ao MON – Museu Oscar Niemeyer em Curitiba

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Visitar museus e exposições está entre as nossas programações com as crianças quando viajamos. Elas já estão bastante acostumadas. Sabem que não devemos tocar em nada, a não ser em obras interativas, sabem que podemos tentar entender a ideia que o artista quis transmitir e que na placa próximo à obra têm as informações que respondem algumas de nossas perguntas… Ah, e já ficam contando com o lanche depois do passeio. Rsrs

Aproveitamos o final de semana prolongado e partimos de carro de Florianópolis para aproveitar a capital paranaense. Temos parentes que moram em São José dos Pinhais, cidade vizinha, distante cerca de 15 Km de Curitiba. Fomos prestigiar o aniversário do nosso sobrinho.

Saindo de Florianópolis, logo após a ponte já podemos avistar as primeiras placas que indicam Curitiba. Pegamos a BR 101 e “seguimos reto toda vida”, passando por 4 pedágios (total gasto R$9,20) e depois de cerca de 3h, chegamos!

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Beto e a tradicional parada na estrada para um pastel com caldo de cana

O primeiro dia foi de festa em torno da churrasqueira. No fogo, uma bela costela envolta em 4Kg de sal! Maravilhosa (tente fazer isso em casa)! O sol lá fora, mas muito frio pros nossos gostos, em torno de 17 graus – calor só o humano mesmo. Enfim, curtimos o dia em família!

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Costela envolta em sal – muito bom!

No outro dia programamos uma visita ao Museu do Olho, como é conhecido devido a sua estrutura de concreto e vidro nesse formato. Dia chuvoso, sensação de mais frio ainda… nada de ficar em casa, pois era o dia perfeito para um passeio ao museu.

MON – Museu Oscar Niemeyer

Construção linda e interessante! O edifício foi projetado em 1967, pelo próprio Oscar Niemeyer, para ser sede de órgãos do governo. Somente em 2002 foi denominado Novo Museu, sendo reformado e adaptado para tal função, recebe o anexo que lembra um olho, também de Niemeyer. Posteriormente, em julho de 2003, é reinaugurado como Museu Oscar Niemeyer.

Além dos espaços de exposições, há o Centro de Documentação e Referência, com publicações e periódicos para pesquisa, o setor de Reserva Técnica e o Laboratório de Conservação e Restauro, onde as obras são armazenadas seguindo normas internacionais, o auditório com capacidade para 340 pessoas. onde costumam acontecer apresentações musicais e ainda um salão de eventos com capacidade para 500 pessoas.

Para os adeptos dos passeios ao ar livre, soubemos que na área externa, com grandes extensões de grama, é possível levar até animais de estimação. Mas como nesse dia chovia muito, as crianças correram e brincaram no vão livre mesmo…

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Chegada ao “Museu do Olho” – Curitiba

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Museu do Olho ou Museu Oscar Niemeyer (MON) – Curitiba

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Vão livre do MON – segundo maior do Brasil!

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Elisa fazendo pose e frente ao painel de Oscar Niemeyer

O museu está localizado no Centro Cívico. Como estávamos de carro e com parentes que conhecem a região, nosso esforço foi pouco para chegar até o MON. Mas há opções como ir de táxi ou pegar o ônibus da Linha de Turismo. Ou ainda optar por uma das linhas de ônibus com pontos de parada próximo ao MON. Você pode ver neste link os detalhes de COMO CHEGAR AO MON.

Faça também uma VISITA VIRTUAL 3D!

Uma vez na recepção, enquanto aguardamos na fila observamos a MON Loja, com produtos do museu, e o MON Café . Vai bem um cafezinho nesse frio de Curitiba.

INGRESSOS E FUNCIONAMENTO

O MON abre de terça-feira a domingo, de 10h às 18h. Toda quinta-feira o museu fica aberto até às 20h e com entrada gratuita entre às 18h e 20h.

Os ingressos são vendidos até as 17h30, custam R$12,00 a inteira e R$6,00 a meia para estudantes e professores com identificação e também para quem tem a carteira de doador de sangue.

Entrada gratuita: para menores de 12 anos, maiores de 60 e grupos pré-agendados de estudantes de escolas públicas. E todo primeiro domingo do mês!

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Fila para comprar o ingresso… grandinha, mas rápida 🙂

ACERVO

Há obras de arte contemporânea e mostras temporárias que abrangem artes visuais, arquitetura e urbanismo e design. Uma das primeiras exposições que vimos foi a que conta sobre a vida e a obra de Oscar Niemeyer. Mas há principalmente obras de artistas paranaenses e outros artistas bastante conhecidos.

Visitas à museus são muito bacanas e também bastante cansativas. Mas o mais legal é poder visitar esses espaços toda vez que visitamos a cidade (qualquer cidade) e poder apreciar obras diferentes.

Nessa visita, nos surpreendemos ao saber que lá estão expostas algumas das obras apreendidas na “operação Lava Jato” e que estão sob a guarda do MON. Bateu aquela curiosidade… rsrs

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Visão geral de dentro do olho, observe o formato do teto

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Obra de Isidro Blasco, Espanha (1962)

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As crianças conhecendo Niemeyer

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Maquete da Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Aparecida, de Brasília

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Pátio das Esculturas (MON)

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MON Loja

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MON Café

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Arquitetura e design do edifício do MON

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Para informações e deixar seus pertences enquanto passeia…

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Visão geral de dentro do olho, exposições

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

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Detalhe do teto, feio com milhares de plaquinhas de alumínio

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Acervo Museu Oscar Niemeyer

Adoramos a visita ao MON, é um ótimo passeio com as crianças, é possível fazer piquenique, correr para todo lado e provocar a imaginação e até mesmo o senso crítico.  Elas adoram!

No outro dia, dia de voltar para casa, ainda aquela chuva!  Seguimos seguros! ❤

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Descendo a serra entre o Paraná e Santa Catarina

Roteiro de 1 dia em Brusque

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De colonização polonesa, italiana e predominantemente alemã, Brusque é mais uma das cidades que compõem o Vale Europeu de Santa Catarina. Suas principais características são as belezas naturais, arquitetônicas e peculiaridades históricas. Mas Brusque concentra um grande número de fábricas de têxteis e disponibiliza produtos de vestuário e tecidos para pronta entrega. Fomos até lá conferir! 🙂

Confesso que não vamos muito a shoppings fazer compras, mas a ideia de comprar a preços de fábrica é bastante atraente. Então, fui até um shopping perto de casa para ter uma noção dos preços que são “praticados” e poder comparar quando chegasse em Brusque.

Localizada a cerca de 100 Km de Florianópolis, seguindo pela BR-101, pegamos o retorno para São João Batista, passando por Nova Trento e seguimos até Brusque por uma estrada sinuosa. Mas antes de irmos para a FIP (Feira da Moda), fizemos aquela parada para o almoço.

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Trecho da estrada para Brusque

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Pelo caminho, antiga fábrica têxtil

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Arquitetura germânica, Brusque

Fomos conhecer o prato típico da região, marreco com repolho roxo, herdado da culinária alemã, que de tão característico criou-se uma festa, a Festa Nacional do Marreco ou FENARRECO, que acontece em outubro.

O restaurante que nos foi recomendado ficava na cidade vizinha, Guabiruba, cerca de 15 km de distância, a Churrascaria Schumacher. Mesa farta, chopp local, comida boa… Aprovado!

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Churrascaria em Guabiruba, vizinha de Brusque

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Marreco com repolho roxo, churrasco alemão!

Pronto! Podemos conhecer a FIP… 🙂

Retornando a Brusque, nos dirigimos à Rodovia Antônio Heil, 3800, na FIP, onde ficam concentradas as inúmeras lojas. O local é fácil de achar com o GPS do celular, mas caso haja dúvidas, vale perguntar para alguém da cidade…

No local há estrutura de shopping, com estacionamento público (sempre lotado, rs) e privado, brinquedoteca, praça de alimentação, etc. Uma dica bacana é já ter em mente (ou em lista) as coisas que pretende comprar para manter o foco e ganhar tempo, pois é fácil ficar perdido em meio a tantas opções.

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FIP – Feira da Moda, Brusque

Ficamos 3h circulando pela FIP, havia grande movimento, mas agradável para compras. Diria que vale a pena reservar um pouco mais de tempo, chegar mais cedo, ou até dormir por lá e aproveitar o dia seguinte para conhecer melhor a cidade.

Compramos alguns poucos e bons itens de vestuário e já posso dizer que valeu a pena a viagem! Os preços são realmente inferiores àqueles “praticados” no shopping perto de casa.

Se você estiver por Santa Catarina, insira Brusque em seu roteiro, para compras de vestuário e têxteis, e aproveite para passar em São João Batista, no trajeto, onde ficam as fábricas de sapatos! 😉

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As crianças se divertem durante o passeio…

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Onde estão as meninas…

 

* Este post foi publicado pelos também em:

Floripinhas Agenda Cultural Infantil

Amigo de Viagem

Nós e as crianças em Inhotim – parte 2

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PARTE 1 e PARTE 2

Nossa viagem à Inhotim foi tão rica, que dividimos o post em “parte 1” e “parte 2”. Essa experiência aconteceu em apenas um dia de visitação ao Instituto. Chegamos no parque bem cedo, no horário de abertura, às 9h30 e só saímos quando fechou.

Aproveitamos muito, hora no tempo das crianças, hora no nosso tempo. É claro que as meninas queriam sempre as obram em que elas podiam interagir, tocar, experimentar…:)

Na “parte 1” falamos sobre o nosso itinerário, como chegar, hospedagem, características de Inhotim e contamos sobre algumas instalações que visitamos.

E agora, na “parte 2”, vamos continuar contando sobre outras obras que visitamos que foram tão especiais quanto as primeiras. Então lá vai…

As crianças ficaram fascinadas com “as bolas espelhadas” boiando sobre um espelho d’água, misturadas à vegetação. Era Narcissus Garden, obra de Yayoi Kusama, formada por bolas de aço inoxidável que formam um “tapete cinético”, segundo a artista, que mudam de forma de acordo com o vento e refletem a paisagem e as pessoas. Como essa é uma nova edição da obra, sugerimos que você conheça a história da primeira edição. É realmente uma artista de grande sensibilidade.

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“Narcissus Garden”, de Yayoi Kusama (1966) – Instituto Inhotim – Brasil

Então, em nossa caminhada passamos por essa árvore surpreendente… “A árvore tá voando, olha, mãe, pai!” Na verdade, Elevazione é uma grande árvore de metal e está presa ao chão por pés de aço. As árvores a sua volta, com tempo irão crescer como se à sustentassem. Mas parece mesmo que está voando… Rsrs

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Beto e a “Elevazione”, do artista italiano Giuseppe Penone (2000)

E quando menos esperávamos, estávamos num labirinto de plantas como num conto de fadas! Era Vegetation Room Inhotim, de Cristina Iglesias, uma obra que mistura arquitetura e escultura e desafia nosso senso de localização e pertencimento. O seu exterior dá uma sensação de ilusão ou amplitude (não sei ao certo), uma caixa de espelhos refletindo a mata atlântica pode por vezes nos confundir… fascinante!

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“Vegetation Room Inhotim”, de Cristina Iglesias (2010 – 2012)

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Vista externa “Vegetation Room Inhotim” – Quem vem lá…

Você já visitou Inhotim? Conheceu algumas dessas obras? Conte pra gente como foi!!

E o bacana depois desse dia incrível – não me canso de dizer que Inhotim é incrível – é sair de lá depois que os portões se fecham e ainda poder curtir um passeio à cavalo no nosso hotel fazenda…

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Hotel Fazenda Horizonte Belo – Brumadinho – MG/Brasil

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Vista do hotel fazenda… cidade linda!

Nós e as crianças em Inhotim – parte 1

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PARTE 1 e PARTE 2

Quem viaja com crianças sempre tem incluídos no roteiro passeios em que elas possam ter um pouco de liberdade para explorar o espaço e gastar energia, claro! O Instituto Inhotim proporciona tudo isso, estimulando os sentidos de todos na família e treinando o olhar dos pequenos para a arte e a cultura sem que elas percebam, enquanto fazem o que fazem de melhor… brincar \o/

Ir para Inhotim já era uma vontade nossa. E quando comentamos em casa já fomos logo pesquisar qual a melhor época do ano e quanto tempo precisávamos para conhecer o Instituto. Claro que queremos sempre o melhor aproveitamento de um passeio tão rico como esse.

Buscando informações sobre visitar Inhotim com crianças vimos várias sugestões bacanas, como comprar os ingressos antecipadamente no site, com o pagamento de uma taxa adicional, e que os melhores dias para visitas são dias de semana e finais de semana que não compõem feriados prolongados, isso por causa do grande fluxo de pessoas em datas e programas especiais. E fomos num desse finais de semana de menor movimento…

NOSSO ITINERÁRIO

Saímos de Brasília, onde morávamos, numa sexta-feira bem cedinho, de carro, e viajamos por 9 h até chegarmos nos arredores de Belo Horizonte. Aí, são mais 60 Km com o endereço do hotel no GPS do celular, até chegarmos no nosso destino, em Brumadinho.

Nos instalamos no Hotel Fazenda Horizonte Belo, distante 9 Km do Instituto. O que foi muito bacana, pois as atividades em Inhotim se encerram cedo – 16h30 durante a semana e 17h30 nos fins de semana – então, ainda pudemos aproveitar o hotel fazenda para andar a cavalo, curtir uma piscina e brincar na sala de jogos,  e se tiver disposição, caminhar pelo pasto da fazenda, o visual é incrível!

Bom, esse foi o nosso itinerário. Há também opções de hospedagem e transporte para quem se hospeda na cidade de Belo Horizonte. Para saber mais sobre como chegar e todas as outras informações necessárias como aquisição de ingressos, restaurantes, horários de funcionamento e visitas guiadas, CLIQUE AQUI.

Além de um Centro de Arte Contemporânea, Inhotim é um Jardim Botânico, com uma área de 110 hectares abertos à visitação e mais de 100 obras de artes em exposição. Com as crianças precisamos de mais de um dia. Uma dica bacana é chegar cedo, logo que o parque abre, ás 9h30, e poder passear com tranquilidade.

Há roteiros pré-definidos para a visitação às galerias, distribuídos em três percursos que reconhecemos por cores distintas. Veja o Mapa Interativo ou faça um Tour Virtual para já ir se familiarizando. Você também pode escolher fazer os percursos a pé ou contratar o transporte por carrinhos elétricos que circula internamente no parque.

Nós escolhemos aproveitar o máximo possível, em apenas um dia de visita, com as crianças e a pé! Assim elas teriam mais oportunidades de vivenciar a experiência no seu tempo e interagir com as obras e os espaços abertos… foi uma ótima escolha. 🙂

A ideia é aproveitar! E como em nosso hotel seriam servidos café da manhã e jantar fartos, combinamos de fazer pequenos lanches durante o dia, já que não é permitida a entrada de alimentos nem a realização de piqueniques. Lá dentro há lanchonetes e restaurantes para todos os gostos e bolsos. Apenas verifique os dias e horários de funcionamento.

SOBRE INHOTIM

O Instituto Inhotim está localizado no Vale do Paraopeba, no Estado de Minas Gerais, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Brumadinho, cidade que possui belezas naturais, riquezas históricas e culturais.

Segundo os moradores de Brumadinho, o local foi uma fazenda, que pertenceu a uma empresa mineradora que, no século XIX, atuava na região. O responsável por essa empresa era um inglês chamado Timothy – o “Senhor Tim”, que, na linguagem local, acabou virando “Nhô Tim” ou “Inhotim”, dando origem ao nome do Instituto.

Desde sua criação, o Instituto Inhotim estabeleceu relações multidimensionais com a cidade, seja como local de trabalho para a população seja como agente propulsor de desenvolvimento social, educativo e cultural.

VISITAÇÃO

Estamos em um Centro de Arte Contemporânea que é também um Jardim Botânico Nacional! Um lugar lindo de atmosfera muito agradável, cuja característica mais marcante é a interação do verde com intervenções artísticas.

O que levar quando vamos à um lugar ao ar livre e em meio à vegetação? É melhor prevenir! Leve repelente, protetor solar, água, capa de chuva e sapatos confortáveis, e se estiver com crianças pequenas, leve o carrinho.

E lá vamos nós, entre palmeiras, jardins de flores, fazer as vivências das galerias de arte. Uau, cada lugar!! A exuberância da vegetação nativa de Mata Atlântica… as plantas ornamentais… as crianças correndo pra lá e pra cá… Rsrs

Vamos destacar alguns dos lugares e contar um pouco das nossas impressões, pois seguindo as regras de visitação há lugares que podemos interagir mais e outros que são apenas para contemplação, e tem aqueles em que não poder ser usadas câmeras de nenhum tipo. A nossa visitação aconteceu não exatamente nessa ordem, mas lá vai… 🙂

Na Galeria da Praça, galeria permanente de Inhotim, vimos os muros de esculturas realistas de John Ahearn. Esse muro retrata a rodoviária da cidade sede do Instituto. Ficamos animados com a beleza, mas ninguém quis dançar com a mamãe… Rsrs

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“Rodoviária de Brumadinho”, de John Ahearn (2008) – Instituto Inhotim – Brasil

Galeria Cosmococa, de Hélio Oiticica, super interativa. Somos parte da obra! São cinco salas (cinco cosmococas), cada uma com uma experiência multi-sensorial diferente. As crianças corriam, mexiam e remexiam no que podia. Músicas e projeções diferentes em todas as salas, e uma piscina… Foi cada um para um lado!

Onde elas ficaram mais animadas foi na sala temática (o tema é de uma cantora muito famosa que vamos manter o mistério, Rsrs), onde tinha muitos, mas muitos balões. Pensem em crianças felizes… E tinha sala com redes, outra com almofadas de formas geométricas que podiam ser movimentadas, empilhadas… uma festa!

“Galeria Cosmococa”, Hélio Oiticica (1973) – Instituto Inhotim – Brasil

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Beto interagindo com a obra de Hélio Oiticica – Instituto Inhotim – Brasil

Na instalação seminal “A Origem da Obra de Arte” de Marilá Dardot, plantamos mudas escolhidas por nós, em vasos de cerâmica produzidos por mãos de artesãs, e brincamos de escrever nossos nomes. Entendemos que a ideia da artista era chamar o espectador à interação, semear ideias e compor palavras que seriam deixadas nos jardins ao redor da estufa, até que outro espectador chegue, leia e transforme as palavras em novas ideias. Genial!

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“A Origem da Obra de Arte”, Marilá Dardot (2002) – Instituto Inhotim – Brasil

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Brincando com os vasos de Marilá Dardot – Instituto Inhotim – Brasil

Muita vontade de mergulhar na Piscina de Jorge Macchi. Ela é a realização escultórica de um desenho que o artista fez de uma caderneta de endereço com índice alfabético, aqui transformada numa obra “site-specific” que é também uma piscina em funcionamento.

Acabamos apenas molhando os pés. Apesar do dia ensolarado, era junho e estava um pouquinho frio. Mas para quem curte este tipo de interação, é essencial levar roupas de banho e nem precisa preocupar com as toalhas. Próximo à piscina, escondidos na mata, estão os banheiros/vestuários super espaçosos e equipados com toalhas.

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“Piscina”, Jorge Macchi (2009) – Instituto Inhotim – Brasil

Esta próxima obra é De Lama Lâmina, de Matthew Barney. Quase como uma descoberta em meio a mata atlântica, um domo geodésico de aço e vidro, e dentro dele uma representação de um trator florestal segurando uma árvore com raiz e tudo… explicações do artista e interpretações a parte… nos faz pensar bastante.

Lá aconteceu uma daquelas cenas de criança. Vínhamos de obras super interativas e quando nos demos conta as crianças estavam em cima do trator!! Uma das vigias que estavam por ali pediu gentilmente que elas descessem, pois essa era uma das obras para se contemplar… Compreendido, seguimos para a próxima galeria… Rsrs

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“De Lama Lâmina”, Matthew Barney (2004) – Instituto Inhotim – Brasil

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“De Lama Lãmina” por dentro!

Fomos também ao Galpão Cardiff & Miller, que é incrível! Lá não são permitidas câmeras durante a interação. Dentro da galeria, dezenas de caixas de som espalhadas. Os espectadores sentam-se em cadeiras acomodadas na parte central da galeria.

A intenção é que fiquemos quietos, até de olhos fechados, somente escutando o desenrolar da obra The Murder of Crows que circula alto pelas caixas de som transmitindo grande realismo. Em inglês, uma mulher falando, assustada, cachorros latindo, o trem se aproximando, o vento… Ao final conseguimos compreender o contexto da obra. Surpreendente e arrepiante. Essa não vale tanto contar, vale viver!

“The Murder of Crows”, Cardiff & Miller (2008) – Instituto Inhotim – Brasil

Subindo uma das pequenas ladeiras num dos percursos do parque, em meio à mata, se revela esta impressionante edificação, a Pavilhão Miguel Rio Branco, com uma fachada linda inteira revestida em aço corten.

Lá dentro é possível visitar exposições de fotos do artista que dá nome ao pavilhão, muito interessante. No térreo pode-se fazer uma parada para lanche na Omeleteria, que tem opções de sanduíches, salgados e omeletes.

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Pavilhão Miguel Rio Branco – Instituto Inhotim – Brasil

Pavilhão Miguel Rio Branco – Instituto Inhotim – Brasil

Então encontramos a obra ao ar livre Beam Drop Inhotim, quem em tradução livre quer dizer “queda de viga”. Sua primeira edição é de 1984 e foi realizada no Art Park, em Nova York. Foi feita com a ajuda de um guindaste, que o artista posicionava e soltava as vigas em uma piscina de concreto fresco.

Quando nos aproximamos ficamos impressionados com a magnitude da obra. Circulando entre as vigas hora nos encontramos e desencontramos numa simulação de esconde-esconde.

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“Beam Drop Inhotim”, Chris Burden (2008)  – Instituto Inhotim – Brasil

Ufa! Esse post já esta um tanto longo… assim como conhecer Inhotim precisa de mais de um dia, para contar essa história de um jeito bacana serão necessários mais de um post… Rsrs

Seguem mais algumas imagens para já deixar um gostinho. E até breve! 🙂

E a “parte 2” já está lá… Nós e as crianças em Inhotim: parte 2

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Beto e a obra “Elevazione”, do artista italiano Giuseppe Penone (2000)

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Uma das áreas de refeição. As cadeiras são como flores!

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Marina e Natália experimentando um dos bancos entalhado em tronco de madeira.Há vários pelo parque.

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A natureza mostrando sua arte – Jardim Botânico Instituto Inhotim – Brasil

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Vista do Hotel Fazenda Horizonte Belo – Brumadinho – MG/Brasil

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Passeio à cavalo, as crianças adoram!